11/03/2015

Corpo de aeromoça é achado dentro de mala em represa do Cantareira


O corpo de uma aeromoça de 31 anos foi encontrado na noite desta segunda-feira (9) em um barranco às margens da represa do Atibainha, que faz parte do Sistema Cantareira, em Nazaré Paulista (SP). Segundo a Polícia Civil, Michelli Nogueira estava dentro de uma mala e tinha marcas de agressões.

O marido dela, Julio César Arrabal, foi achado enforcado na residência do casal em Sumaré, na região de Campinas, na madrugada desta terça-feira (10-03-15). Ele é o principal suspeito de matar e jogar o corpo da mulher na represa.


O corpo de Michelli foi localizado por volta das 19h após denúncia anônima. Segundo a Polícia Civil, o crime teria acontecido horas antes. Ao lado do corpo, havia outra mala, onde estavam os documentos da mulher.


"[O corpo] foi jogado em uma ribanceira e, aparentemente, ela foi morta com pancadas na cabeça. Há marcas de lesões no crânio e na boca. No restante do corpo, não há vestígios de lesões, nem de violência sexual", afirmou o delegado Luiz Carlos Ziliotti.


Investigações

De acordo com o delegado José Henrique Ventura, um radar no km 70 da rodovia Dom Pedro I, que liga a região bragantina à região de Campinas, flagrou o carro de Arrabal acima da velocidade permitida por volta das 10h30 desta segunda-feira. Durante a madrugada, o mesmo veículo foi encontrado em frente à casa do suspeito em Sumaré.


"O caso está quase esclarecido. Há algumas evidências quando você percorre o caminho entre o crime e o criminoso. O carro estava em frente à casa do suspeito com uma luz acesa e o homem estava pendurado e enforcado, com marcas de sangue dentro da casa", afirmou Ventura, da delegacia seccional de Bragança Paulista, que abrange a cidade de Nazaré Paulista.


Na residência do casal, a Guarda Municipal encontrou Julio Arrabal com um cinto preso ao pescoço e à grade da escada. O caso foi registrado como suicídio na delegacia de Sumaré.

Foram achados ainda uma faca suja de sangue, uma garrafa quase vazia de vodca e vestígios de consumo de drogas, de acordo com o Boletim de Ocorrência (BO). No banheiro, sete embalagens vazias usadas para armazenar drogas estavam dentro de um cesto. Em outro quarto, havia uma nota de R$ 2 enrolada.

O delegado José Henrique Ventura disse que ainda não há informações precisas sobre o que teria motivado o crime. A partir desta terça-feira, a polícia deve começar a ouvir testemunhas, como parentes das vítimas, para reunir provas sobre o caso.

Nota da empresa

Segundo a Polícia Civil, a vítima trabalhava como comissária de bordo na companhia aérea Azul.


Em nota divulgada na manhã desta terça, a empresa diz que "lamenta profundamente o ocorrido com a tripulante Michelli Nogueira. A companhia está prestando toda assistência necessária à família e colaborando com a Polícia Civil, razão pela qual a Azul não vai comentar o assunto."

Fontes: G1, O Globo e Direito Atualizado

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