13/11/2015

Caso ufológico em Cubatão


Saudações amigos e amigas. Hoje eu conto com a participação da amiga Lícia Araújo que me enviou um Texto de Roberto Luis Rabelo, no qual ele relata suas experiências ufológicas, muitas das quais ocorridas na cidade de Cubatão.

Casuística ufológica em Cubatão

Nos últimos 20 anos tenho trabalhado na Cidade de Cubatão em uma das inúmeras indústrias químicas daquele município e para minha surpresa, descobri que esta é uma das mais ricas cidades em casos envolvendo OVNIS de todo o litoral paulista.

Por ser um tipo de trabalho razoavelmente especializado, convivemos com inúmeras pessoas que já trabalharam em outras indústrias e algumas destas, de uma forma ou de outra já tiveram alguma experiência relacionada ao assunto.

Tive a oportunidade de presenciar junto à alguns colegas de trabalho alguns fenômenos extraordinários, e até mesmo descobri um caso de uma provável abdução do pai de um colega, (que inclusive ainda trabalha conosco), há muitos anos atrás.

Existem inúmeras estórias relacionadas ao assunto, tentarei condensar duas delas nestas poucas linhas.

Um caso clássico da cidade e que foi pesquisado pelo Grupo Ufológico do Guarujá, refere-se à uma possível queda de um objeto voador não identificado por volta de 21:00 hs do dia 15 de fevereiro de 1976, fato presenciado por uma família sendo o pai um militar do exército. O objeto em questão fez várias manobras aéreas e em dado momento mergulhou em direção a um pântano existente junto á estrada de ferro santos-jundiaí, os presentes acionaram o corpo de bombeiros juntamente com o pelotão de choque do 6.ºBPM e a base aérea, (na época ALA 435) , que enviou um helicóptero para auxílio nas buscas, por julgarem tratar-se de um caso de queda de aeronave.

As buscas terminaram no dia seguinte sem resultados, mas um boletim de ocorrência do corpo de bombeiros foi elaborado, (BO-195), e não houve queixa de desaparecimento de nenhuma aeronave civil ou militar naquela época, apesar de existirem notícias que uma área do pântano foi isolada e mergulhadores trabalharam no local durante as buscas.

Em junho deste ano, mais precisamente no dia 21, estávamos no turno da noite, (00:00 X 08:00 hs), quando fui surpreendido por um telefonema de um dos nossos colegas de trabalho às 00:55 hs, o qual estava bastante eufórico, “corre aqui no ETA – estação de tratamento de água - que está acontecendo alguma coisa no céu”, dirigi-me para o local e consegui presenciar o final da primeira aparição juntamente com três pessoas que já estavam no local.

Por trás de uma das torres de eletricidade sobre o morro que circunda a companhia, vimos impressionados centenas de flashes brancos que em grande velocidade espoucavam, dando inclusive a impressão de problemas com a torre de alta tensão, olhávamos então para a direção norte, e o fenômeno durou alguns segundos, já que eu havia chegado após o início desta primeira aparição, era uma noite limpa com poucas nuvens e pude constatar o aparecimento de quatro esferas vermelhas após os flashes, uma por cima do local dos flashes e três por baixo em formação de triângulo e na mesma direção da superior.

Subimos no ETA para tentar identificar o que estava ocorrendo quando um pouco mais para leste e aproximadamente três minutos após, voltou a aparecer o objeto, era enorme, seu comprimento era bastante superior ao dos braços da torre de alta tensão, mesmo porque estava por detrás desta, e nós observava-mos à mais ou menos 2000 metros de distância, acenderam primeiro as luzes vermelhas já descritas e entre elas começaram os flashes, no momento em que estes cessaram saiu do local onde estes flashes ocorriam, uma bola de luz amarelada, que voou para o leste em grande velocidade.

O colega que estava comigo descia a escada de marinheiro, que dá acesso à laje da ETA onde estávamos, quando ocorreu a terceira aparição, idêntica às outras, mas um pouco mais para o leste. Após a terceira aparição pude constatar um tipo de estrutura entre as quatro esferas vermelhas, de forma triangular e cor aparentemente âmbar, mas não posso afirmar com exatidão pois as luzes vermelhas eram muito tênues e a única fonte de luz naquela área, era a dos flashes do objeto.

Um dos presentes contatou a concessionária de energia e nenhuma anormalidade foi registrada por estes.

Foi aventada a hipótese de um balão, mas ao analisarmos as condições meteorológicas no momento, – existe este serviço na fábrica- , a direção e velocidade do vento não justificavam a trajetória e velocidade do objeto, o tamanho foi outro fator que nos fez abandonar esta hipótese, pois este objeto aparentava ser maior que um campo de futebol e com trajetória ascendente.

Agradecimentos especiais a amiga Lícia Araújo pela sugestão.

Quando amanhecer, você já será um de nós...


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