07/06/2016

O Poltergeist de Enfield: A História real do filme Invocação do Mal 2


O filme Invocação do Mal (2013) se tornou um dos grandes filmes do gênero Terror, conquistando uma legião de fãs. São muitos os argumentos usados para justificar o sucesso da trama, mas com toda certeza o fato de o enredo do filme se basear em uma história real (clique AQUI para conhecer) contribuiu imensamente para esse sucesso do longa.

Dia 9 de Junho, estreia o segundo filme da franquia, repetindo a receita do primeiro filme: a trama volta a ter como protagonistas o casal de demonologistas Ed Warren e sua esposa Lorraine como protagonistas e o filme volta a abordar uma história real.

Sinopse do Filme Invocação do Mal 2

Sete anos após os eventos de Invocação do Mal (2013), Lorraine (Vera Farmiga) e Ed Warren (Patrick Wilson) desembarcam na Inglaterra para ajudar uma família atormentada por uma manifestação poltergeist na filha. A trama é baseada no caso Enfield Poltergeist, registrado no final da década de 1970.


A história real de Invocação do Mal 2

Na matéria abaixo falaremos do caso que inspirou a criação do roteiro e que se tornou conhecido como:  O Poltergeist de Enfield. Como já foi dito mais acima, no filme voltamos a ver o casa de investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren, mas segundo um dos investigadores paranormais que acompanhou o caso ocorrigo no Reino Unido, o célebre casal norte americano não esteve envolvido nesse caso.


O Poltergeist de Enfield é provavelmente uma das histórias mais famosas da ocorrência de atividade poltergeist. Esse bizarro caso ocorreu na cidade de Einfield, Norte da Inglaterra, em uma casa alugada situada em "284, Green Street" entre agosto de 1977 e setembro de 1978, com mais um incidente ainda em agosto de 1980.

Apesar de equipamentos de gravação e de vídeo, os quais já estavam disponíveis na época, a única prova documentada dos fatos, foram fotografias que foram tiradas no local durante a incidência dos fatos.

A família que acabou atormentada nos eventos de Enfield foi os Hodgson. Essa família era formada pela mãe Peggy Hodgson, duas filhas e dois filhos, sendo: Margaret de 12 anos, uma irmã mais nova, Janet, de 11, Johnny com idades de 10 e Billy com 7 anos.


A senhora Hodgson era uma divorciada de 40 anos que vivia com seus filhos em uma bonita casa anexa em um popular bairro operário de Enfield. Na madrugada de 30 de agosto de 1977, os gritos de seus filhos Jhonny e Janet acordaram Peggy, ela subiu até o quarto. Tudo estava calmo, mas seus filhos, entre soluços, contaram a sua mamãe que a cama de Janet havia começado a se mover por si só e Peggy, achando que se tratava apenas de um pesadelo, acalmou os garotos e ficou com eles até que voltassem a dormir.

Na noite seguinte, as crianças voltaram a gritar e nessa ocasião, relatam a sua mãe como depois de fortes ruídos, uma cadeira que estava em um canto do quarto começou a se mover sozinha. Peggy segue sem ver nada estranho na habitação e para tranquilizar às crianças, trata de levar a cadeira ao seu quarto, mas quando apaga a luz e está prestes a sair do dormitório das crianças, ela mesma escuta fortes ruídos procedentes do piso.


Ela acende novamente a luz e observa que tudo está em ordem; as crianças estão na cama e todos os móveis em seus lugares. Volta a apagar a luz e os ruídos seguidos de fortes pancadas começam de novo a soar. Ao acender de novo a luz, contempla assombrada como uma enorme cômoda que estava encostado contra uma parede lateral, se moveu dois palmos. Peggy, começa a suspeitar que o ocorrido não é uma coisa da imaginação das crianças. Ela volta a pôr a cômoda em seu lugar e apenas ao dar às costas, o móvel volta a se arrastar por si só até a posição anterior. Desta vez com a luz acesa e ante seus olhos.

O evento aterroriza a senhora Hodgson que sem pensar duas vezes, tira os filhos da habitação e sai em busca de auxílio nas proximidades. Um grupo de vizinhos revistam a casa e o jardim em busca de algum possível intruso que estivesse causando os ruídos que Peggy lhes relatou completamente horrorizada, mas não encontram ninguém. Em vez disso, quando estão tranquilizando Peggy, todos escutam as pancadas que ocorrem em curtos intervalos e que provêm do interior da casa. Ato seguido, chamam à polícia que, em uma ata de serviço surpreendente, um policial deu testemunho em declaração escrita, de como uma cadeira se movia inexplicavelmente pela casa e como escutavam batidas de procedência desconhecida.


Durante os seguintes dias, os acontecimentos continuaram.

O caso se torna conhecido

Os acontecimentos chegam à imprensa e o diário Daily Mirror envia uma equipe de experimentados repórteres para investigar os acontecimentos. A equipe do jornal pôde contemplar os acontecimentos inexplicáveis. Uma peça de lego saiu disparada e atingiu a testa do fotógrafo do Daily Mirror, Graham Morris quando este tentava tomar uma foto. A BBC foi até à casa, mas a equipe constatou que os componentes de metal de seus equipamentos de gravação, haviam sido entortados e as gravações apagadas. O repórter George Fallows, vendo que a coisa não era uma brincadeira, pôs a Peggy em contato com Maurice Grosse, membro da Society for Psychical Research.


Depois de uma semana sofrendo todo tipo de efeitos poltergeist inexplicáveis, em 5 de setembro chega à casa Grosse e os acontecimentos pausam durante os seguintes três dias até que, ao cair da noite do dia 8, retomam os som de pancadas procedentes da habitação de Janet. O pesquisador junto aos jornalistas subiram as escadas e ao abrir a porta do quarto, encontraram a Janet dormindo em sua cama e ao seu lado, uma cadeira levitando no ar a mais de meio metro de altura.


Imediatamente a cadeira baixou até seu lugar e não voltou a se mover até uma hora mais tarde, quando voltou a repetir o mesmo efeito. Desta vez o fotógrafo Morris capturou o acontecimento com sua câmera. Nesse mesmo momento, Grosse e seus acompanhantes puderam ver como as portas dos armários se abriram por si mesmas e como um brinquedo cruzou o quarto de um lado a outro suspenso no ar. Grosse também notou uma brisa fria percorrendo todo o seu corpo.

Dois dias mais tarde, o caso Enfield era capa do jornal Daily e todos os meios fizeram eco da notícia. Inclusive naquele mesmo dia, Grosse e a senhora Hodgson participaram em um programa de televisão.

Grosse chegou a se comunicar em várias sessões com as supostas entidades inteligentes que estavam atormentando à família. As perguntas de Grosse eram respondidas com toques onde uma pancada queria dizer "sim" e duas para dizer "não". Grosse perguntou à entidade que afirmava ter morrido na casa, por quantos anos teria morado ali, ao que soaram 53 batidas.

O parapsicólogo Guy Lyon Playfair se uniu à investigação de Maurice Grosse e os dois passaram os dois anos seguintes estudando o caso.

Janet Hodgson disse que ela e sua irmã Margaret teriam brincado com um tabuleiro Ouija (clique AQUI para saber mais a respeito desse "jogo") pouco antes do início da atividade sobrenatural.

Mesmo com vários investigadores, polícia e vizinhos diretamente envolvidos, os acontecimentos continuaram e inclusive chegaram a se converter em algo bastante perigoso para a família. Objetos se moviam ou desapareciam mudando de lugar, interferências elétricas avariavam os sistemas de gravação dos repórteres, poças d'água que apareciam sem motivo algum, móveis que eram lançados escadas abaixo ou gavetas que saíam disparadas de seus lugares, ocorrência de focos de incêndio, etc.


Janet era o principal alvo das manifestações. Quando entrava nesses transes, era preciso que segurassem forte a garota porque ela adquiria uma força descomunal para uma criança de apenas 11 anos. Às vezes saía correndo e chocava a cabeça contra a parede enquanto praguejava e amaldiçoava com sua verborreia sórdida. Uma vez inclusive derrubou de um só golpe a um assistente social que era ex -policial e muito corpulento, ao tentar tranquilizá-la junto a sua cama.

Alguns eventos que aconteceram com Janet

Em uma ocasião, Janet afirmou que a cortina próxima a sua cama se retorceu várias vezes em espiral para depois se enrolar em seu pescoço tentando estrangulá-la. Segundo contou Janet, tudo isso depois de sentir uma força invisível puxá-la da cama e jogá-la contra às cortinas e ante a presença de sua mãe.


Certa noite em que se encontrava em mau estado, um médico lhe administrou 10 miligramas de Valium (Diazepam), que em condições normais é algo excessivo para qualquer criança. Ao lhe injetar o tranquilizante, puderam ver como saía dela uma luz suave. Deitaram-na em sua cama e todos ficaram no salão do andar térreo. Quarenta minutos depois, escutaram o som de uma forte explosão que procedia da habitação da criança. Quando abriram à porta, viram que Janet não estava na cama, ela havia sido lançada sobre uma cômoda que se encontrava a três metros de distância e permanecia sobre ela, completamente desacordada. O mesmo voltou a se repetir 3 vezes mais naquela noite.


Quando a imprensa descobriu o caso, o Daily Mirror enviou o repórter Graham Morris para o local para testemunhar os acontecimento. E ele fez uma das fotos mais famosas: a levitação de Janet. Graham estava no quarto das meninas junto a mãe das mesmas quando Janet foi atirada de sua cama pela "entidade". Nesse momento ele fez a imagem e foi essa imagem e seus relatos que convenceram a Sociedade de Pesquisas Psíquicas a enviar Maurice Grosse para investigar o caso.





Outro dos fenômenos que costumava ocorrer era a mudança na voz da pequena Janet, que contava com 11 anos na época dos acontecimentos. De sua garganta saíam às vezes, uma voz áspera e masculina que dizia pertencer a várias entidades e que costumava falar em linguagem Inapropriada e obscena. Quando isso acontecia, a pequena Janet entrava em uma espécie de transe. Uma das vozes afirmava pertencer a um homem que havia morrido naquela casa.


Assombrosamente, a voz voz rouca masculina entregou uma mensagem de além-túmulo, descrevendo em detalhes o momento de sua morte. "Apenas antes de eu morrer, eu fiquei cego, e então eu tive uma hemorragia e eu adormeci e eu morri na cadeira no canto sob às escadas", disse a tal voz.

A voz misteriosa - que ainda pode ser ouvida em áudio hoje em dia - é supostamente a de Bill Wilkins, vários anos após a sua morte.


Psiquiatras e doutores locais estudaram Janet, que parecia ser o epicentro dos fenômenos e inclusive, chegaram a realizar estudos laringográficos para descartar que as vozes que saíam de sua garganta não tinham sido fabricadas conscientemente por ela mesma.


Como tudo Terminou

Janet passou seis semanas no Maudsley Hospital no Sul de Londres onde realizou provas precisas para detectar qualquer anomalia tanto física como mental, mas não foi encontrado nada. Durante esse tempo a atividade poltergeist da casa cessou completamente.

Janet Hodgson acredita que foi a visita de um padre 1978 a casa acalmou as coisas, embora as ocorrências não tenham terminado completamente. Algumas fontes afirmam que algumas ocorrências isoladas ainda aconteceram no ano de 1980.

Em 1980, Guy Lyon Playfair publicou o livro This House is Haunted: The True Story of the Enfield Poltergeist, contando toda a história.

A senhora Peggy continuou morando na casa até a sua morte e disse que ainda ouvia barulhos na casa de vez em quando. Seu filho Billy, que viveu com sua mãe até seu falecimento, sempre sentia como se estivesse sendo vigiado.

Atualmente, Clare Bennett vive na mesma casa com seus 4 filhos e diz ter a sensação de sempre estar sendo observada.

Agora com 45 anos, Janet vive em Essex com o marido, um leiteiro aposentado.

Opinião dos Céticos

Dois especialistas da Sociedade de Pesquisas Psíquicas (SPR) pegaram as crianças dobrando colheres. Eles também acharam estranho porque ninguém era permitido no quarto quando Janet estava falando em sua voz de possuído, que era supostamente a de Bill Wilkins (entre outros).

O mágico americano Milbourne Christopher investigou o caso, não conseguindo observar qualquer evento que poderia ser chamado de paranormal e ficou perplexo ao sentir que eram atividades suspeitas por parte de Janet. Christopher mais tarde concluiria que "o poltergeist era nada mais do que as travessuras de uma menina que queria causar problemas, e que era muito, muito, inteligente."

O cético Joe Nickell criticou os investigadores paranormais por serem excessivamente crédulos: Ao ouvir uma voz demoníaca supostamente desencarnada, Guy Lyon Playfair observou que, "como sempre os lábios de Janet dificilmente pareciam estar se movendo." Nickell por conseguinte, escreveu que uma avaria no gravador de Grosse fora atribuída à atividade sobrenatural e também o psicólogo e presidente da sociedade para pesquisa psíquica, David Fontana, descreveu como uma ocorrência "que aparentemente desafia às leis da mecânica" era meramente uma peculiar interferência comum nos gravadores mais antigos de modelo tape deck de rolo.

Nickell notou que o suposto poltergeist "tendia a agir apenas quando não estava sendo vigiado" e concluiu que os incidentes seriam melhor explicados como brincadeiras infantis. De acordo com Nickell:

"Certa vez e novamente, em mais um surto 'poltergeist', testemunhas relataram um objeto saltando do lugar de onde repousava, supostamente por conta própria, quando é provável que o perpetrador teria obtido secretamente o objeto em algum momento mais cedo e esperado por uma oportunidade para arremessá-lo, mesmo quando do lado de fora do quarto, assim, supostamente provando que ele ou ela era inocente."

Nickell afirma que uma câmera fotográfica de controle remoto (o fotógrafo não estava presente na sala com as meninas) programada para tomar uma foto a cada 15 segundos, que supostamente "registrou atividade poltergeist em movimento pela primeira vez", foi apresentada pelo investigador Melvin Harris apenas para revelar as travessuras da menina.

Uma foto supostamente representando Janet levitando, na verdade, mostra ela saltando em cima da cama, como se fosse um trampolim. Harris chamou as fotos de exemplos comuns de "ginástica", e disse: "É bom lembrar que Janet era uma campeã de esportes na escola!" Nickell também escreveu que o demonologista Ed Warren era "notório por exagerar e até mesmo distorcer tais casos, frequentemente transformando um fenômeno 'assombrado' em um incidente de possessão 'demoníaca'."


A Confissão das Irmãs

Segundo a equipe do blog Assombrado apurou, em uma entrevista ao Daily Mail, a adulta Janet admitiu que ela e sua irmã haviam falsificado "2 por cento" dos fenômenos, o que levou Nickell a comentar que "as evidências sugerem que esse número já chega aos 100 por cento."



Em 1980, ela disse a ITV News: "Ah, sim, uma ou duas vezes (que falsificaram os fenômenos), só para ver se o Sr. Grosse e o Sr. Playfair iriam nos pegar. Eles sempre pegaram."

Durante uma entrevista de Margaret e Janet Hodgson que foi ao ar como parte de um especial de TV em 1980, Janet é perguntada como se sente ao ser assombrada por um poltergeist. "Não é assombrado" Janet responde sorrindo. Sua irmã sorri com espanto, como se Janet apenas deu-se um segredo, e sussurra: "Cale a boca!" através de risos abafados. Janet disse mais tarde que ela não se sentia que o poltergeist estava mal, o que significa que a casa não era necessariamente "mal-assombrada."

Explicação Alternativa para o Fenômeno Poltergeist

Garotas passam por mudanças hormonais extremas durante a adolescência e por isso gastam muita energia emocional. Toda essa turbulência física e emocional parece facilitar um outro fenômeno psíquico: a telecinese (capacidade de controlar diretamente o ambiente com o pensamento), que pode ser uma capacidade humana reprimida. Sendo assim, essas adolescentes estariam lançando, inconscientemente, rajadas de energia telecinética no ambiente, liberando suas frustrações, medos e anseios contidos. Elas mesmas podem nem perceber que estão causando isso tudo, e passado o período dessas mudanças hormonais, tudo voltaria ao normal. Outra possibilidade seria que uma certa entidade "usasse" dessa energia em excesso da garota para gerar tais fenômenos, e quando essa energia acabava (passava o pico hormonal), a entidade ficaria igualmente sem força e a atividade cessaria.

A controversa participação dos Warren nesse caso

Apesar de que o filme Invocação do Mal 2 volta a ter Ed e Lorraine como protagonistas, o fato é que muito provavelmente eles não tenham tido participação nesse caso. Guy Lyon Playfair, membro da Sociedade de Pesquisas Psíquicas e um dos principais investigadores do caso Enfield Poltergeist, diz que os controversos pesquisadores paranormais Ed e Lorraine Warren não estavam envolvidos no caso! Ele diz que eles chegaram "sem serem convidados", hospedaram-se por apenas um dia, e alega que eles fabricaram suas próprias evidências paranormais simplesmente para "fazer dinheiro com isso."!


Ele disse tudo isso em uma entrevista para a Darkness Radio apresentada por Dave Schradera, que foi ao ar na noite do dia 31/12/2015.

As alegações não devem causar qualquer surpresa para aqueles que tenho tido mesmo um breve olhar sobre o caso Poltergeist Enfield, pois não há registro real do envolvimento de Ed e Lorraine, exceto por conta própria.

Greg Newkirk, do site Week in Weird, resolveu pesquisar por que um estúdio escolheu o caso Enfield para a sequencia de Invocação do Mal, uma vez que Ed e Lorraine trabalharam em casos como Amityville, escreveram 6 livros, e participaram de outros sete. Por que resolveram dramatizar uma história em que eles foram meros coadjuvantes? Ele acredita que provavelmente o estúdio não possui os direitos de seus casos reais.

Na esteira do sucesso de bilheteria do filme original, a Warner Bros. esteve sujeita a uma ação judicial que visava impedi-los de fazer quaisquer sequencias. A ação veio do produtor Tony DeRosa-Grund da Evergreen Media Group, que detinha os direitos para os "arquivos de casos reais de Ed e Lorraine Warren" antes de licenciá-los Warner Bros. Evergreen mídia afirma que a 'New Line estava apenas com os direitos concedidos a "um número muito limitado de casos - ou seja, menos de um por cento (1%) do número total de arquivos - e de histórias da vida dos Warrens, em troca de um preço de compra para cada produção teatral ou a utilização de casos selecionados, bem como utilizar o Sr. DeRosa-Grund como produtor.

De acordo com a Evergreen Media, os Warrens possuem por volta de 8.000 casos, dos quais 25 foram licenciadas como possíveis filmes. Evergreen também afirma que, a fim de contornar o seu acordo de licenciamento, Warner Bros. não tinha os direitos sobre livro "The Demonologist" de 1980, escrito por Gerald Brittle sobre os Warrens, que incluiu breves menções de seus casos, como o caso Annabelle, ganhou um filme, e outro em que Ed e Lorraine afirmam que eles estavam presentes na investigação do fantasma de Enfield.



Quando amanhecer, você já será um de nós...


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