14/11/2016

Jovem arranca a mordidas rosto da vítima em homicídio duplo na Flórida


Um jovem arrancou a mordidas pedaços do rosto de um homem que tinha acabado de matar, no estado americano da Flórida, informaram as autoridades que o pegaram em flagrante. O caso ocorreu em 16/08/16.

O crime seguido de Canibalismo

Na noite do dia 15-08, a polícia encontrou Austin Harrouff, de 19 anos, na entrada da garagem de uma casa em Tequesta, no condado de Martin (150 Km ao norte de Miami), despedaçando com seus dentes o rosto de um homem depois de matá-lo juntamente com a companheira a facadas e ferir um vizinho.

O oficial de justiça de Martin, William Snyder, disse que o ataque "desconcertante e inexplicável" . Inicialmente a polícia afirmou acreditar que o jovem estivesse sob o efeito de drogas sintéticas conhecidas como sais de banho ou flakka, quando ele cometeu o ataque, mas exames posteriores mostraram que não havia qualquer droga no organismo do rapaz. Estas drogas sintéticas produzem um estado de delírio eufórico e alucinações. "Sabemos que as pessoas sob o efeito de flakka têm esse tipo de comportamento", disse Snyder. "Atacam a vítima, mordem e inclusive removem pedaços de carne nas mordidas".

As vítimas, John Stevens e Michelle Mishcon, morreram no local. Um vizinho que tentou socorrê-los foi esfaqueado pelo agressor, mais conseguiu ligar para a emergência e agora está se recuperando em um hospital.


Harrouff, que também se recupera em um hospital com ferimentos leves, é estudante da Universidade do Estado da Flórida, onde pertence à fraternidade Alfpha Delta Phi, e não tinha antecedentes de violência, detalhou Snyder.

Foram necessários vários agentes, cães e disparos de taser (arma de eletrochoque) para detê-lo. "O suspeito era anormalmente forte", disse o oficial de justiça.

A polícia recebeu a ligação de emergência do vizinho às 21h20 locais de segunda-feira dia 15 e encontrou a terrível cena ao chegar.

"Havia várias armas improvisadas na garagem, muitos objetos pontiagudos. Parece que o homem tentou se defender", disse Snyder.

Harrouff fazia "barulhos como os de animais", afirmou o oficial de justiça. "Rugia, grunhia", acrescentou.


Canibal teria dito aos policiais “Eu comi algo estragado... humanos”

Harrouff disse a um policial “Me ajude, eu comi algo estragado” antes de responder que eram “humanos” e cuspir um pedaço de carne humana enquanto estava no hospital, de acordo com relatórios sobre o ocorrido.

Austin Harrouff supostamente também gritou “me mate… atire em mim agora, eu mereço morrer” para os policiais que o prenderam no local do incidente.

De acordo com documentos do delegado do Condado de Martin obtidos pelo Palm Beach Post, Harrouff disse “Me ajude, eu comi algo estragado,” enquanto estava sendo hospitalizado no Centro Médico St. Mary. Quando um sargento perguntou o que ele havia comido, o jovem de 19 anos respondeu “humanos”.

Não havia drogas na corrente sanguínea do agressor

Harrouff passou quase dois meses em um hospital de Palm Beach em sérias condições de saúde após a sua prisão. Os policiais acreditam que ele pode ter ingerido algum tipo de substância química usada na manutenção do gramado encontrada na garagem do casal, que pode ter afetado o seu comportamento.

Exames revelaram que Harrouff não estava sob o efeito de drogas no momento de sua prisão, e o jovem estava comendo com seus familiares menos de uma hora antes do ataque. A família disse que ele saiu correndo do restaurante a cerca de seis quilômetros da casa da vítima após ter uma discussão acalorada com seu pai.

As autoridades suspeitaram, inicialmente, que o jovem estivesse sob efeito de flakka ou sais de banho, estimulantes psicoativos baseados em catinona, uma substância presente em um arbusto do Oriente Médio, de acordo com o Instituto Nacional sobre o Abuso de Drogas.

Há alguns anos atrás Miami havia visto um ataque semelhante, onde um jovem sob efeito da droga sais de banho, acabou atacando um morador de rua e devorou parte do seu rosto. Esse assunto foi amplamente discutido e veiculado em diversos sites e blogs na época, inclusive se tornou parte de teorias da conspiração que afirmavam que a droga criaria um exercito de zumbis.

Fonte: Yahoo e G1

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