20/03/2017

Petrifying Well: O lugar onde tudo vira pedra


Petrifying Well é uma das mais antigas e incomuns atrações turísticas da Grã-Bretanha e está localizado nas margens do rio Nidd, perto da cidade de Knaresborough, em North Yorkshire na Inglaterra. Ao longo dos anos, milhões de pessoas visitaram essa incrível cascata e por muito tempo se acreditava que sua água possuía poderes mágicos de transformar tudo que tocava em pedra.

Antigamente esse poço era conhecido como Dropping Well e muito de sua lenda, vem do fato de estar perto da gruta “Mother Shipton’s Cave“, onde nasceu Úrsula Sontheil (1488-1561), uma famosa vidente e profetisa conhecida como Mãe Shipton (1488-1561) e que posteriormente viveu por muitos anos nesta caverna para se afastar das pessoas que a chamavam de bruxa (clique AQUI e conheça a história dessa famosa bruxa inglesa).

Petrifying Well, que literalmente significa poço petrificado, é uma pedra onde flui uma cachoeira com água subterrânea, saturadas de minerais e que com o decorrer dos anos, criou uma casta dura e lisa sobre as pedras, decorrente do gotejamento da água. Por séculos as pessoas têm colocado objetos banais no caminho desse pingamento para vê-los lentamente virar pedra em poucas semanas.

Na verdade, os objetos não se petrificam, mas ganham uma casca dura de minerais em volta, e o fenômeno funciona da mesma maneira como são criadas as estalactites e estalagmites em uma caverna. O que é realmente é incrível em Petrifying Well, é a velocidade que esse fenômeno geológico acontece. O que muitas vezes levam décadas, se não séculos nas cavernas, em Petrifying Well se pode observar o aparecimento de uma casta dura em volta dos objetos em torno de três a cinco meses, embora alguns objetos maiores e felpudos, podem demorar até doze meses.


Petrifying Well é uma das mais antigas e incomuns atrações turísticas da Grã-Bretanha e está localizado nas margens do rio Nidd, perto da cidade de Knaresborough, em North Yorkshire na Inglaterra. Ao longo dos anos, milhões de pessoas visitaram essa incrível cascata e por muito tempo se acreditava que sua água possuía poderes mágicos de transformar tudo que tocava em pedra. Antigamente esse poço era conhecido como Dropping Well e muito de sua lenda, vem do fato de estar perto da gruta “Mother Shipton’s Cave“, onde nasceu Úrsula Sontheil (1488-1561), uma famosa vidente e profetisa conhecida como Mãe Shipton (1488-1561) e que posteriormente viveu por muitos anos nesta caverna para se afastar das pessoas que a chamavam de bruxa.

Petrifying Well, que literalmente significa poço petrificado, é uma pedra onde flui uma cachoeira com água subterrânea, saturadas de minerais e que com o decorrer dos anos, criou uma casta dura e lisa sobre as pedras, decorrente do gotejamento da água. Por séculos as pessoas têm colocado objetos banais no caminho desse pingamento para vê-los lentamente virar pedra em poucas semanas.

Na verdade, os objetos não se petrificam, mas ganham uma casca dura de minerais em volta, e o fenômeno funciona da mesma maneira como são criadas as estalactites e estalagmites em uma caverna. O que é realmente é incrível em Petrifying Well, é a velocidade que esse fenômeno geológico acontece. O que muitas vezes levam décadas, se não séculos nas cavernas, em Petrifying Well se pode observar o aparecimento de uma casta dura em volta dos objetos em torno de três a cinco meses, embora alguns objetos maiores e felpudos, podem demorar até doze meses.


No passado, as pessoas acreditam que o poço era amaldiçoado pelo demônio, e qualquer coisa que tocasse sua água, iria ser transformado em pedra, inclusive pessoas e por isso, os mais supersticiosos nem ousavam chegar perto. Folhas, galhos, pequenos animais e pássaros mortos petrificados ao redor do poço alimentavam essa teoria e outro fato que ajudava era que se as pessoas olhassem a rocha de um determinado ângulo, poderia ver o que parecia ser o crânio de um gigante.

A mais antiga referência escrita de Petrifying Well, é de 1538, escrito por John Leyland, pessoa influente de Henry VIII, o rei da Inglaterra na época, que dizia não haver nenhuma maldição no poço e que na realidade, ele tinha era poderes de fazer curas milagrosas para quem tivesse a coragem de beber de sua água. Mas foi Mãe Shipton que trouxe má fama para o lugar.


Segundo a lenda, em julho de 1488, uma grande tempestade se abatia na região e Agatha Sontheil, que diziam ser prostituta, optou por ter sua filha, Úrsula, na gruta perto do amaldiçoado Petrifying Well e quando o bebê nasceu, a tempestade cessou abruptamente. Agatha morreu no parto e sua filha havia nascido deformada com as costas arcadas e a parteira começou a espalhar a notícia de que não só era estranho a coincidência do nascimento com o fim da tempestade, mas que no momento do parto, havia um cheiro forte de enxofre pairando no ar e a população atribuiu a desgraça de Agatha, ao demônio que vivia naquele lugar e que provavelmente, ele o diabo, era o próprio pai da criança.

Úrsula além das deformidades que tinha, era considerada muito feia, e desde sua infância, ela demonstrava habilidades psíquicas, mas sempre a usou para fazer o bem e ajudar as pessoas, mesmo que a grande maioria delas abominava-a. Aos 16 anos, foi morar sozinha numa casa abandonada afastada na floresta, onde começou a escrever suas primeiras previsões em forma de poemas. Ela raramente deixava sua casa, mas em 1512, com 24 anos, conheceu Tobias Shipton, casando-se com ele e indo morar em York e viveu uma vida tranquila por muitos anos. Eles não tiveram filhos, mas ela se tornou conhecida como Mãe Shipton por causa das pessoas que ajudou. Acredita-se que depois de viúva, Úrsula foi morar na caverna que nasceu, cansada das acusações de ser uma bruxa.

Suas profecias só começaram a serem publicadas em 1641, oitenta anos após a sua morte e entre suas profecias mais conhecidas, estão o grande incêndio de Londres em 1666 e a derrota da Armada Espanhola. Seu nome também é referência em muitos eventos trágicos e acontecimentos estranhos, que ocorreram no Reino Unido, Austrália e América do Norte entre os séculos 17 e 19. Uma mariposa (Callistege mi) recebeu seu nome devido ao desenho de um perfil de bruxa em ambas as asas.








Fonte: Magnus Mundi

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