Nas últimas décadas, os cientistas têm estudado experiências de quase morte (EQMs) na tentativa de obter explicações sobre como a morte supera o cérebro. Algumas pessoas que têm EQMs podem relatar mais tarde, com precisão, o que estava acontecendo ao seu redor, mesmo que os profissionais médicos as considerassem clinicamente mortas ou inconscientes no momento. Embora os mecanismos exatos por trás das EQMs permaneçam obscuros, pesquisas sugerem que permanecemos conscientes por cerca de dois a 20 segundos depois que nossa respiração e batimentos cardíacos param.
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