23/02/2017

Caso Elizabeth Berger: A misteriosa mulher da ilha do Meio no Pará


O Brasil tem seus casos de investigação de Ovnis que ainda suscitam polêmicas. O mais famoso deles foi a Operação Prato (leia-se mais AQUI), ocorrida na década de 1970, no Pará, sob o comando de Uyrangê Holanda de Lima, coronel das Forças Armadas. Durante 40 dias, o Exército brasileiro ficou acampado investigando os misteriosos fenômenos de avistamentos de naves que disparavam uma estranha luz que penetrava no corpo das pessoas como se fossem agulhas, fazendo dois pequenos orifícios. Elas ficavam debilitadas, sem força, deprimidas e anêmicas.

Mas ao final dessa operação a presença de uma estranha mulher, com atitudes incomuns, que posteriormente desapareceu sem nenhum vestígio, acabou levantando muitas suposições a respeito de todos os acontecidos misteriosos na região.

Abaixo os amigos e amigas poderão conferir um pouco mais a respeito do caso dessa estranha mulher em um relato sobre o caso feito pelo Ufólogo Vitorio Peret e de acordo a uma matéria publicada pela Revista UFO.

A misteriosa mulher que desapareceu no Pará

A operação Prato foi interrompida, mas os avistamentos não cessaram. Pouco tempo depois, o experienciador Vitorio Peret, do Rio de Janeiro, passou a investigar o fenômeno durante oito anos. “Quando os militares ainda estavam na região, uma estranha mulher, física e intelectualmente, Elizabeth Quimine Berger, nascida na Suíça, com passaporte inglês e residente em Paris, foi visitar a região e se encantou. Ficou muito amiga de um barqueiro chamado João Olaya e, através dele, comprou a ilha do Meio”, relembra Peret.

Algumas fontes, como a Revista UFO (ver mais abaixo), afirmam que Elizabeth seria de origem inglesa. A ilha do Meio adquirida por ela era uma formação oceânica situada na foz do rio Urumajó.

Peret era um tripulante da antiga empresa aérea Varig e passou a se interessar e estudar a ufologia após conhecer Moacyr de Mendônça Uchôa, um dos pioneiros nos estudos ufológicos no Brasil.



Segundo Peret ela andava nua pela praia e comprava diariamente entre 200 kg e 400 kg de peixe. Ela não os vendia, morava sozinha e as pessoas começaram a ficar intrigadas com isso. Fizeram denúncias infundadas. Certa vez ela foi presa por suspeita de contrabando de armas e logo liberada. Nada foi provado.

“Foi quando o comandante Uyrangê Holanda de Lima ficou sabendo da estranha moradora e suspeitou que ela estava alimentando guerrilheiros, pois disseram que ela recebia regularmente cerca de dez homens. Somente quando ela estava na ilha, luzes e objetos estranhos e cilíndricos, parecendo sondas, apareciam e faziam evoluções à noite. O coronel fez uma busca em sua casa e ficou surpreso. Além de não encontrar nada, a casa não tinha janelas, nem portas, nem pratos, móveis. Apenas uma cama e duas cadeiras”.

Segundo matéria da Revista UFO, durante o período que Elizabeth esteve na região, os moradores das redondezas avistavam constantemente as tais luzes misteriosas, e alegaram que pessoas haviam sumido após tais avistamentos.


Pouco tempo depois, ela foi presa pela terceira vez. Quatro policiais a escoltaram. Chegando à cidade, ela pediu para ir ao banheiro que tinha apenas uma porta. “Eles ficaram do lado de fora, guardando o local, mas, inexplicavelmente, ela havia fugido”, diz Peret.

Em 1985 ou 1986, quando houve um terremoto em Los Angeles, “Elizabeth foi vista vestida de enfermeira, ajudando os feridos. A Interpol foi atrás, mas não conseguiu localizá-la. Tempos depois ela foi vista na Coreia do Sul. Não havia motivos para a polícia persegui-la e até hoje sua existência é uma incógnita”, finaliza o pesquisador.

Com o passar do tempo, muitas teorias foram tecidas a seu respeito. Algumas pessoas acreditavam que ela fosse uma espiã, outros que ela era uma bruxa, extraterrestre, uma viajante no tempo, uma vampira ou apenas uma rica excêntrica e doida. O fato é que até hoje ninguém sabe o que aquela estrangeira ficava fazendo sozinha nas noites na ilha do meio. Sobrenatural ou não a excêntrica Elisabeth deixou a Operação Prato ainda mais assustadora.

Outras pessoas afirmam que o caso nada mais é que uma invenção popular e contestam a veracidade do caso.

Abaixo eu trago a vocês algumas informações de uma matéria publicada pela Revista UFO, a respeito do assunto. Assim os amigos e amigas podem ter mais informações, e de fontes diferentes, para poderem tirar conclusões a respeito de que se tal fato de fato aconteceu ou não.

O mistério da Ilha do Meio

A identidade da mulher, sua aquisição de um terreno na ilha e os inquéritos policiais foram fartamente documentados. A ocorrência é também sustentada por inúmeros testemunhos de moradores. No contexto daquela época, meados da década de 70, o fato levou muitos a suspeitar que o local estivesse sendo utilizado para abrigar um número desconhecido de pessoas — possivelmente guerrilheiros em treinamento.

Segundo os relatórios policiais a mulher foi detida três vezes. Na primeira, em 1975, foi levada pela Polícia Federal do Pará, sendo em seguida liberada por falta de provas. Em outra ocasião, foi levada para Brasília e novamente liberada. Foi na terceira captura, porém, que algo inusitado ocorreu: ao ser conduzida até o porto de Belém, a estrangeira pediu para usar o banheiro público no Mercado do Ver-o-Peso. E de lá, mesmo cercada por agentes, a inglesa desapareceu sem deixar vestígios — de modo idêntico, após seu sumiço cessaram todos os eventos com luzes incomuns na região que se estendia da então Urumajó até Bragança.

Os moradores contam que durante seu tempo de permanência na área Elizabeth foi vista acompanhada de homens de aparência incomum e falando um idioma incompreensível que ela também dominava. A mulher os apresentava como cientistas, mas eles desapareciam poucas horas ou dias depois de terem chegado — alguns dizem tê-la visto se banhando nua nas praias e até mesmo andando sobre as águas.

Questões continuam abertas

Depois de seu desaparecimento, a estrangeira teria sido flagrada socorrendo vítimas do terremoto que abalou São Francisco, nos Estados Unidos, em 1989, um desastre que causou grande destruição. Soube-se que, enquanto as vítimas eram socorridas nas ruas, uma jovem identificada como Elizabeth Queminet Berger foi fotografada e sua imagem foi parar em um jornal local. A Interpol foi avisada, mas não conseguiu encontrá-la.

Outro fato relevante é que o passaporte por ela apresentado não era verdadeiramente seu. Na verdade, uma cuidadosa investigação policial revelou que o documento inglês pertencera a uma polonesa falecida no ano de 1939.

Quem seria, então, aquela misteriosa mulher surgida no Pará em meados da década de 70, justamente na febre do fenômeno chupa-chupa? O que seriam as luzes avistadas com tanta frequência durante sua estada na Ilha do Meio? Quem seriam seus acompanhantes e que idioma era aquele que compartilhavam? Para onde foram todos eles? E, principalmente, como esse episódio se encaixa no contexto dos fenômenos investigados pela Operação Prato? Essas questões continuarão abertas até que novas investigações tragam as respostas a respeito do Caso Ilha do Meio.
By. Elson Antonio Gomes


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9 Comentários
Comentários
9 comentários:
  1. Já li inúmeros textos sobre a Operação Prato, nunca li nada a respeito dessa misteriosa personagem. Isso só deixa o evento mais misterioso e lacônico. Só gostaria de fazer um adendo: o fenômeno chupa cabras ocorreu em outras regiões do Pará, como no rio Amazonas e seus afluentes. Aqui em Santarém é comum se ouvir narrativas a respeito do chupa cabras. Uma pena não ter foto, reforçando o coro do Elson.

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  2. Pois é...imagens da mulher teriam sido muito interessantes. O Elson enviou essa matéria e eu cacei fotos dela em tudo quanto é canto, mas não encontrei nada...uma pena.

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  3. Também cacei Admin. Fiquei até olhando fotos do terremoto em San Francisco, mas nada.

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  4. sou paraense e meus avós e outros familiares já me falaram a respeito dessa operação e do fenômeno chupa-chupa é realmente intrigante

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  5. Texto muito bom, ja tinha lido sobre o fenômeno dos feixes de luz, mas não tinha conhecimento dessa mulher, muito interessante

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