25/09/2013

As misteriosas inscrições da pedra de Ingá


Hoje abordaremos aqui no Noite Sinistra, mais um  texto falando de um interessante, misterioso e controverso achado arqueológico Sul Americano. Hoje falaremos da Pedra de Ingá, localizada próxima às margens do riacho Bacamarte na Paraíba, cujas misteriosas inscrições são comparadas as inscrições contidas na Fuente Magna, ou como é conhecida "A pedra de roseta das Américas" encontrada próximo a Tiahuanaco. Fuente Magna é um vaso onde existem inscrições muito parecidas com a escrita cuneiforme, que era o método de escrita da antiga civilização Suméria (Clique aqui para saber mais a respeito da Fuente Magna).

A pedra de Ingá


O monumento de ingá possui um complexo conjunto de desenhos e símbolos perfeitamente entalhados e polidos sobre a resistente rocha. Não se sabe o significado da obra ou quem foram seus criadores, embora muitos pesquisadores não acreditem que sejam algum tipo de escrita, embora possa haver alguma mensagem. Outros, por sua vez, veem alguma semelhança das mensagens com a escrita usada em povos do Oriente Médio há 18.000 anos, a língua hitita, mas não há indícios relevantes que apontem para uma semelhança com outra escrita de outros povos, o que torna a sua excepcionalidade ainda mais intrigante.


No total, existem mais de 400 desenhos esculpidos na rocha de 24 metros de comprimento e 3 de altura. A Pedra do Ingá é a maior referência em pinturas rupestres do Brasil e é referenciado internacionalmente. De acordo com os pesquisadores, a Pedra do Ingá foram insculpidos minuciosamente e que permanecem intactas até os dias de hoje, o que intriga muita gente.

Teorias

Entre os símbolos esculpidos estão figuras geométricas, linhas, animais, humanos, estrelas e até desenhos semelhantes à uma galáxia. Naturalmente, várias teorias surgiram para explicar a origem da obra, e vão desde que os fenícios ou mesmo sumérios aportaram no Brasil e deixaram registros até mesmo seres extraterrestres que habitaram o planeta na Antiguidade.


A história esta sendo perdida para o tempo

Seguramente, a Pedra do Ingá já perdeu muito dos primitivos sinais e tantos outros perderam espessura e apresentam tão somente resquícios. Uma reprodução do painel realizada pelo museólogo Balduíno Lélis há mais de 15 anos, por encomenda do Banco do Estado da Paraíba, exibe representações que hoje não mais figuram no painel. José Anthero Pereira Jr., quando de sua visita ao Ingá, em fevereiro de 1945, recolheu informes entre pessoas nascidas e criadas naquela região, que há trinta anos passados muitos outros sinais figuravam no rochedo, que era então quase totalmente insculpido na sua face vertical. Há informes também, do professor Clóvis Lima dos Santos, que até a década de 1950 o conjunto de pedras com inscrições rupestres era bem maior, ocupando área de 1.200 m², mas, infelizmente, segundo o engenheiro Leon Clerot, que durante décadas desenvolveu pesquisas arqueológicas na Paraíba, em 1953 surpreendeu operários destruindo o pedregal e os blocos da cercadura nas duas margens do riacho estavam sendo reduzidos a rachões e paralelepípedos para a pavimentação das ruas da Capital. Embora tardia, a ação foi sustada pela Prefeitura do Município e pelo IPHAN, depois de denúncia formulada pela Sociedade Paraibana de História Natural.

A Pedra, muito provavelmente, apesar de já muito depredada, ainda comporta um modelo rudimentar de pré-escrita, cuja chave da decodificação se perdeu no transcorrer dos milênios e, é bem possível que oculte um código mnemônico melódico, onde cada símbolo individual represente toda uma linguagem reunindo morfemas, lexicais e gramaticais, que venha expressar, de forma polissíntese, palavras ou mesmo frases rítmicas completas.

Os historiadores sabem que próxima à região há muito tempo atrás viveram os índios cariris, mas eles não possuíam um nível cultural compatível com o grau de dificuldade que a obra apresenta, além de não conheceram nenhuma escrita.

Mas a única coisa que sabemos é que as mensagens foram cuidadosamente desenhadas há aproximadamente 5 mil anos atrás, e a Pedra do Ingá continua sendo um dos maiores mistérios da arqueologia mundial.



Fonte: Mistérios do Mundo e Arqueologia Americana

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4 Comentários
Comentários
4 comentários:
  1. Prazer, meu nome é Alexandre Lavrador e tenho 19 anos, criei o Muro mais famoso do Brasil, um site em que você cola o Banner do seu site por apenas 99,90 por espaço.


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  2. "há aproximadamente 5 mil anos atrás" a frase é redundante

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  3. ANTIGAMENTE EU NÃO CONSEGUIA VER MUITAS COISAS NOS DESENHOS MAS DEPOIS DE VER PADRÕES EM RELATORIOS DE VARIOS GOVERNOS REALMENTE A PEDRA TEM MUITA COISA ESTRANHA

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