06/11/2013

A Pegada de Meister


Esta é a imagem da mais velha pegada fossilizada achada até hoje. Foi descoberta em junho de 1968 por William J. Meister, um colecionador amador de fósseis. Calcula-se que ela tenha ao redor de 300 a 600 MILHÕES de anos. Trata-se da estampa da sola de uma sandália esmagando um trilobite.

Trilobites são pequenos invertebrados marinhos, parentes de caranguejos e camarões que floresceram a uns 320 milhões de anos antes de serem extintos a 280 milhões de anos atrás. Pensa-se que os humanos atuais tenham surgido a 1 ou 2 milhões de anos.

Será que este achado prova que haviam civilizações muito anteriores às conhecidas pelos homens ou então será que comprovam visitas de extraterrestres vindos de outros mundos?

Meister fez este notável achado durante uma expedição de caça a fósseis a 43 milhas ao oeste de Delta, em Utah. Ele estava acompanhado pela esposa e por duas filhas. A família já havia descoberto vários pequenos fósseis de trilobites quando Meister dividiu uma laje de pedra de aproximadamente duas polegadas de grossura e descobriu esta excelente impressão.


Disse ele que a pedra caiu aberta "como um livro" revelando a pegada de um ser humano. A outra a metade da laje de pedra mostra um molde, quase perfeito, da pegada e vários fósseis de trilobites.

A sandália que esmagou o trilobite 'vivo' era 10 1/2 polegadas de comprimento e 3 1/2 polegadas de largura; o salto do sapato estava emendado ligeiramente mais acima da sola, exatamente como seria uma impressão de um sapato atual.

A propósito: os humanos só começaram a usar calçados a poucos milhares de anos.


Quando amanhecer, você já será um de nós...
1 Comentários
Comentários
Um comentário:
  1. Segundo a doutrina espírita: o homem habita a terra a milhões de anos, nós constamos a nossa história a partir da escrita e dos fósseis, isso não quer dizer que não estamos aqui há muito mais tempo...

    ResponderExcluir

Página do Facebook

Publicidade 1

Noite Sinistra no YouTube

Postagem em destaque

O misterioso perfil do Facebook de Karin Catherine Waldegrave