29/04/2013

A morte de Tupac Shakur e os Illuminatis parte 1


O texto abaixo é na verdade uma teoria da conspiração, que tenta explicar eventos relacionado com a morte de um dos mais polêmicos e influentes Rappers americanos, Tupac Shakur. Esse material já esteve presente no blog Noite Sinistra, mais precisamente ele fez parte da primeira postagem dos Links Sinistros. O texto era referenciado ao blog Vai Saber, até então parceiro aqui do Noite Sinistra. Porém o blog que recebe os créditos por essa postagem, e pela segunda parte, é o Não a Nova Ordem Mundial. Essa é a primeira de um total de duas postagens a respeito da morte de Tupac com os Illuminatis (clique AQUI e confira a parte 2).

De todos os artistas que parecem passar mensagens sobre o controle da industria, poucos o fazem sentir que devem fazer. Uns ficam por meias palavras, outros cantam temas que parecem ser contra a industria, mas ficam por aí e não falam mais disso. Muitos dos temas que ouvimos, que parecem expor a verdade, são sempre de bandas não muito conhecidas. A industria usa sempre dois pesos, duas medidas, duas formas de propaganda que dividem as opiniões e assim as controla.

Mas já existiu um artista que foi incontrolável, ele falava da industria abertamente, chamava as coisas pelos nomes, e falava nos Illuminati, muito antes de alguém sequer os mencionar esse nome nos meios musicais ou mesmo televisivo. Ele fazia isso em suas letras e fora delas. Este artista deu uma nova dimensão ao Hip-hop e ainda hoje só podemos imaginar onde ele poderia ter chegado se não tivesse sido assassinado. Vamos falar de Tupac Shakur.

Tupac Shakur a par de ser um dos únicos Rappers que usava a música como ela foi feita para ser usada, passando mensagens anti-elite, anti-controle e pelas liberdades e direitos (pelo menos os rappers deveriam usar a música dessa forma), ele falava abertamente sobre estes assuntos em entrevistas, em particular quando começou a falar nos Illuminati, nome que naquela altura muito pouca gente tinha ouvido falar. Tupac passou a sua vida entre o estúdio e a prisão. A imprensa ajudava o mito, de onde se destaca a sua famosa prisão por violação, largamente discutida nos jornais. Porém, a pena dele não foi por violação, mas sim por abuso sexual, mas a imprensa seguiu usando o termo VIOLAÇÃO. A diferença é grande, e para quem não sabe: Para uma acusação de violação tem de haver sexo forçado, numa acusação de abuso sexual basta um apalpão. Desde cedo a industria estava criando um ídolo, um mito com a ajuda da imprensa. Hoje sabemos que podemos criar mitos de várias formas, o importante é o destaque, seja ele negativo ou positivo. Veja o caso de muitos músicos e até astros do cinema, que estão sempre na mídia, muitas vezes por meio de polêmicas e confusões, dessa forma seu nome está sempre sendo mencionado, é o velho ditado: "Falem mal, mas falem de mim...".

O mais incrível é que durante a sua pena, os seus álbuns continuavam a vender, como se nada tivesse acontecido, as vendas continuavam mesmo após ter levado cinco tiros e ter sobrevivido. Este era um artista que não precisava promover a sua música. Entre prisão e fisioterapia poucos eram os shows ao vivo e mesmo assim era o mais famoso dos rappers e o que mais vendia, em sua época. Mas foi após terem tentado assassiná-lo e depois de o terem colocado na prisão que ele se tornou mais agressivo nas suas músicas e entrevistas contra a indústria.

Tupac foi o primeiro Gangster Rapper, a imagem que a maioria dos rappers hoje em dia tentam passar, dizendo que tiveram uma vida dura nas ruas até chegarem onde chegaram quando, muitas vezes, isso não é verdade. Certo dia Tupac deu uma entrevista na prisão em que disse: "Só posso desaparecer morrendo e mesmo morrendo a minha música viverá para sempre". Tupac se refira à industria musical como "Game", não como um negócio, mas como um jogo, ao qual ele afirma ter vendido a alma em trocas de mulheres e bens materiais e que agora está preso nesse mesmo jogo, querendo mudar, mas não podendo. Acho que "game" é a melhor definição da industria, pois é mesmo um jogo, um jogo pelo controle de opiniões e mentalidades, um jogo programado, onde só a elite pode ganhar, artistas e amantes de música são sempre os menores peões.

Tupac sempre tentou diferenciar os verdadeiros rappers dos falsos sem nunca mencionar nomes, ele não queria impor uma teoria, ele queria que as pessoas buscassem informação e chegassem a uma conclusão. Ele dizia para prestarem atenção às letras e pensarem sobre elas, e se as acham reais, só então devem apoiar os músicos que acham verdadeiros. Disse que não é uma questão de abanar a cabeça ao ritmo de uma batida da qual gostamos, mas sim perceber a mensagem que acompanha essa batida.


Ninguém pode afirmar querer mudar o mundo, mas individualmente podemos semear o conhecimento, espalhar a informação que levará a que ele mude.
Foi durante este tempo na prisão que ele resolveu voltar mais forte e vingar-se da industria que o atacava constantemente. Foi nesta altura que começou a falar dos Illuminati, nas suas letras, das quais cito um verso: "Some say they the Illuminati to take my body to sleep".

Ele levantou, numa entrevista, uma questão pertinente: "Como é que na sociedade ninguém fala nos Illuminati e os niggas na prisão falavam disso? Como é que aqueles niggas na prisão, que mal sabem ler, sabem o que são os Illuminati? Quem lhes disse?". A resposta não lhe foi dada, por a pergunta ser figurativa, mas na verdade a resposta é simples, pois fala deste assunto quem não tem nada a perder. Quantas pessoas não sabem que os seus patrões são corruptos e se calam? Não querem perder o seus trabalho, mas são pisados uma vez, duas vezes, três vezes, perdem o emprego e mais cedo ou mais tarde vão falar, pois já perderam tudo o que tinham a perder. No entanto como rotulamos estas pessoas? De loucos! É sempre assim, quem está caladinho e se submete é sempre a pessoa "normal", o louco é quem toma nas suas mãos o rumo da sua vida.

Nesta nova linha de intervenção musical de Tupac, ele tornou os Illuminati o seu alvo pessoal, tendo adicionado a letra K ao nome da organização: Killuminati, somando as palavras Kill+Illuminati, por achar que ele poderia expor o grupo. Mas o segundo atentado contra a sua vida foi um sucesso, e os Illuminati marcaram esta morte rodeada do simbolismo que tanto gostam, deixando-o para ser interpretado (ver na segunda parte). A simbologia dos illuminati é o modus operandis do grupo, tal como alguns serial killers deixam a sua marca, a maçonaria-illuminati também o fazem, eles gostam de nos dizer o que fazem, e a forma de dizer é através das marcas e dos simbolismos. O segundo atentado contra Tupac veio dias depois dele, em uma entrevista, ter afirmado que em quatro anos ele estaria no topo, estaria frente-a-frente com as elites, que iria candidatar-se a um cargo politico, criando o seu próprio partido politico. Falando com a frontalidade que ele falava e usando do seu protagonismo com rapper. Mas Tupac não chegou lá pois um segundo atentado e mais meia dúzia de tiros no seu corpo, puseram o fim à sua vida e a toda a luta.

"Não temos escolhas, temos de seguir em frente e tentar fazer o melhor possível pela próxima geração. Está tudo tão fodido que não podemos deixar as coisas bem para a próxima geração, o que podemos fazer é eliminar o máximo possível de coisas más, antes de partirmos."

"Sempre que o governo falha, culpa o povo. Neste momento a América é uma merda mas isso não significa que os Americanos tenham de ser uma merda, mas é isso que querem que sejamos e desta forma os pobres continuam pobres e a matar pobres, enquanto os ricos enriquecem a vender aos pobres o sonho de virem a ser ricos, sem nunca lhes darem as oportunidades de o ser"

No dia em que Tupac Shakur foi condenado por abuso sexual, acusado de ter usado da força para apalpar as nádegas de uma mulher, antes de ouvir a sua sentença foi-lhe perguntado se tinha algo a dizer ao tribunal, e aqui Tupac proferiu as seguintes palavras:

"A sua excelência, durante todo este processo não me olhou ou ao meu advogado nos olhos nem uma única vez. Parece-me óbvio que o senhor não está aqui para fazer justiça e por isso de nada me vale pedir clemencia. Não importa o que senhor faça ou diga, isto não é um tribunal de justiça, aqui não será feita justiça, e mesmo agora o senhor não me consegue olhar nos olhos, por isso faça o que entender e de-me a pena que quer dar. A minha vida não está nas suas mãos, está nas mãos de Deus.

Durante o seu tempo na editora Interscope, Tupac vivia entrando e saindo da prisão, por todo e qualquer motivo, foi tornado do dia para noite no bad boy do Hip-Hop pela imprensa que criou uma imagem de criminoso, ignorando, ou querendo que as massas ignorassem, a mensagem que ele tentava espalhar. Isto acontecia por suas letras serem reais, por cantar o que queria cantar, acordando consciências, dizendo as verdades. Os rappers atuais limitam-se a glorificar a vida de gangster, a cantar hinos à violência e às drogas e a adoração às notas de dólar.

Essa postura torno Tupac inimigo de muitos os rappers, chamando estes de vendidos e de os acusar de trair o Hip-Hop, de usar usar o Hip-Hop como uma máquina de propaganda e não para espalhar a mensagem de revolta que é a alma do Hip-Hop. Uma dessas letras dizia o seguinte:

"Aos vendidos a viver bem, de uma forma ou outra vocês vão desistir. Acham que por ter nascido negro tenho dizer "paz", cantar e levar tiros. Agora sou uma ameaça só porque vos lembro de coisas que querem que esqueçam. Estarei aqui até que me matem".

Após ter saído da prisão, todas as suas músicas continham mensagens sobre os Illuminati, até ao momento em que deixou a Interscope e se juntou à nova editora Death Row. Em pouco tempo ele percebeu que ao contrário do que lhe tinha sido prometido, ele não tinha liberdade nesta editora independente e a custo pessoal afastou-se da Death Row e criou a sua editora Makaveli Records, na qual aceitava unicamente os rappers que cantavam do coração e sem medo das elites. Aqui adotou o alter-ego Makaveli, inspirado em Machiavelli sobre quem leu no seu tempo de prisão. Makaveli tinha a letra "K", uma letra que colocou no seu alter-ego por ser a letra que adicionou a illuminati fazendo Killuminati, ao retirarmos esta letra "móvel", ficamos com um anagrama que se lê: Am Alive.

Para esta nova editora ele levou dois homens em quem acreditava e que achava partilharem da sua linha de pensamento, esse homens eram Snoop Dog e Dr. Dre, com os quais formou o grupo The Oulaws. Ambos  rappers viviam na sombra de Tupac, cresciam à custa do talento dele e antes da sua morte traíram e ainda hoje continuam a trair a sua memória. Ele acusava outros músicos de terem vendido a pessoa que eram, de terem vendido a sua alma à industria e quando confrontado com a questão de ele ter vendido a sua alma, ele respondeu:

"Os vendidos não conseguem olhar ao espelho pois não encontram a sua alma. A razão de eu ser quem sou hoje, é por poder olhar-me no espelho e ver que a minha alma ainda está lá. Não a vendi, ela está comigo, eu posso senti-la".

Na verdade Tupac vendeu a sua alma no inicio da sua carreira, pois isso é feito ao entrar na industria da música, industria essa que o levou à industria do cinema, mas ao perceber o preço que tinha de pagar "quebrou o acordo" e insurgiu-se contra as elites, desta forma recuperou a pessoa que era e manteve, tendo até aumentado a sua fama, mas falou na elite invisível que se esconde atrás da visível e mencionou um nome que nos anos 90 era visto como um mito: Illuminati.

Print-Screen de um dos primeiros shows de Tupac após assinar com a Interscope em '89, atuando junto ao olho de Hórus
O olho de Hórus é um dos símbolos que os Illuminatis usam, assim como piramides e outros símbolos. Há quem diga que Tupac Shakur está vivo, todas estas teorias de Tupac, Elvis, Jimmy Hendrix, Janis Joplin, Kurt Cobain, etc, estarem vivos são propaganda propositais para distrair os fãs. Enquanto investigam a possibilidade destas pessoas estarem vivas, não podem investigar as suas mortes. No caso de Tupac Shakur, a teoria de ele estar vivo foi causada inicialmente pelo relatório da sua autopsia ter alguns erros de destaque. O relatório de autopsia diz:


1- Que Tupac tem 72.00 inch (1,82m) de altura.
2- Que Tupac tem 215 lbs (97,5 Kg) de peso.

Estes dados estão errados, pois ele tinha 5' 11'' (1,80 m) de altura e 154 lbs (69,9 Kg) de peso. Mesmo que ele tivesse engordado o seu aspecto físico não aparentava ter 27,7 Kg a mais, mas pronto, vamos supor que sim... no entanto, certamente na morte as pessoas não crescem 2,5 cm. Estes erros foram possivelmente propositais, para criar o mito e distrair as pessoas sobre a morte, fazendo-as buscar provas de ele estar vivo. Tupac está morto e mesmo que não estivesse, a autópsia que é obrigatória certifica-se que ninguém vai para a cova num estado da catalepsia, pois se não morreu antes, morre durante. Não há dúvidas!

Mas o que se passou antes de ele morrer?
O seu empresário era Suge Knight, um homem com um longo cadastro criminal e dono de 50% da Death Row records. Um dos crimes que ele cometeu foi o de ter obrigado sob ameaça Vanilla Ice a assinar um documento que lhe dava direito sobre todos os Royalties da música "Ice, Ice Baby", uma música recordista de vendas e o primeiro single Hip-Hop no numero 1 da Billboard, foi com estes royalties que Suge passou de um mero criminoso a multi-milionário. Este empresário tinha controlo sobre Tupac Shakur, Snoop Dog e Dr. Dre (Dr. Dre foi o primeiro rapper a assumir-se como membro da maçonaria Americana). Dr. Dre deixou este empresário e criou a sua própria editora. Suge Knight, disse que não queria saber quem o deixava pois ele só se importava e precisava de Tupac Shakur.

Suge Knight tinha um inimigo, e esse inimigo era Puff Daddy, hoje conhecido como P.Diddy, pois ele era também empresário de vários rappers. Esta guerra levou Suge a convencer Tupac a entrar num jogo, o da rivalidade entre rappers da costa Leste e Oeste, guerra esta que era uma farsa, era uma guerra de palavras e publicitaria que ajudava ambos os lados a vender mais.

Algum tempo antes da morte de Tupac, ele deu uma entrevista expondo a farsa da guerra East Side, West Side, vejam essa entrevista:


Reparam bem no homem que está a seu lado, ele é Snoop Dog. Viram como Snoop Dog estava assustado, nervoso, ele estava assim pois sabia que Tupac estava em perigo. E estava mesmo, pois 2 dias depois desta entrevista, Tupac foi atingido com 5 de 12 tiros.

Abaixo a última foto, tirada a Tupac 20 minutos antes do atentado. Ele está dentro do carro de Suge Knight, esse aparece ao volante:


A foto seguinte foi após o atentado: 


Após a morte de Tupac, The Notorious B.I.G. foi implicado pela imprensa na morte de Tupac, devido à rivalidade East/West Coast. Como resposta B.I.G. deu uma entrevista a ridicularizar o seu envolvimento:


Vejam bem que é o homem ao lado de B.I.G., é Puff Daddy e vejam bem a cara dele, está tal como Snoop estava ao lado de Tupac na entrevista anterior, está assustado, desconfortável, nervoso pois ele sabe o que aconteceu. B.I.G. está neste vídeo falando do primeiro atentado contra Tupac, em que ele foi atingido, novamente, por 5 tiros, 2 anos antes, mas foi resgatado para o hospital como energias suficientes para passar a seguinte mensagem:

Primeiro atentado contra Tupac a 30 de Novembro de 1994, atingido com 5 tiros
Tupac recuperou deste atentado e acusava Puff Daddy de estar envolvido, acusava B.I.G. de ter conhecimento do envolvimento de Puff Daddy e de intencionalmente o proteger. O New York Times chegou a apresentado uma reportagem que apontava para Puff Daddy como sendo o principal suspeito.

Após a morte de Tupac, B.I.G. lamentou-a, e deu inicio a uma campanha a ridicularizar a história da morte de Tupac estar relacionada com o conflito East/West Coast e por este motivo 6 meses depois, BIG foi morto da mesma forma que Tupac. Antes de tudo isto, BIG e Tupac já tinham sido amigos e trabalhado juntos. No fundo a guerra era unicamente na imprensa e só alimentava a industria da música.


Clique AQUI e confira a parte 2, que traz informações relacionando a morte de Tupac e BIG. Não percam...

Fonte: Não a Nova Ordem Mundial.

Quando amanhecer, você já será um de nós...
12 Comentários
Comentários
12 comentários:
  1. Kese sumam todos esses rapers pois não tem nada de bom a ensinar ao mundo..

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  2. Precisa melhorar o português.

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  3. Melhorar o português? Nunca ouviu falar de escrever resumido ou facilitado? Opina sobre o post,faz favor..ou não opina nada tá...

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  4. A única coisa ke sabem fazer esses rapers é posar de gangsta,pegador de mulhér ,e falar um monte de merda... ideologia burra pra combinar com a roupa ridicula! Um bando de otário,na real..

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  5. Há várias conspirações em torno do 2pac, há quem defende que ele era Illuminati, mas afinal, que artista hoje em dia não tem sua alma 'vendida' pro 'demônio'? Se a matéria for realmente confiável, só me deixa mais fã dele, o cara foi um ícone, além de querer sair desse mundo controlado e fazer a parte dele pra mudar as coisas. Antes que falem mal, ou soltem comentários idiotas a respeito é bom saber que ele fez mais do que simplismente falar besteiras. Boa matéria.

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  6. Pelo jeito o cidadâo aí acima éum raper né ... mas os outros tâo certos: rap é lixo!

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    1. VC NUM SABE OQ E RAP.

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    2. VC NUM SABE OQ E RAP.

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    3. Esse cara nao sabe o q é rap, provavelmente deve ser um cusao criado no AP com o papai e a mamae bancando, nao sabe a realidade da vida, vive num mundinho perfeito de tecnologia

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  7. 2pac éra um rapper de verdade nao éra um escravo dos illuminatis como jay z e keny west

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  8. Bem pra começar, um dos fatores mais importantes da vida de 2 pac foi "esquecido" na matéria: o que ele era filho de dois membros do grupo Partido dos Panteras Negras, partido comunista que sempre foi perseguido pela CIA e pelo FBI. Bem, posto este "pequeno" detalhe acho que dá para entender de onde vem o estilo de letras que falam sobre a violência policial e a exploração da pobreza. Sua família sempre foi perseguida pelas autoridades estadunidenses. Ele nasceu apenas um mês após a absolvição de sua mãe em mais de 150 processos de "conspiração contra o governo dos Estados Unidos", pois lá, ser comunista é considerado ser terrorista. 2 Pac já nasceu como sobrevivente da perseguição política, um herói do gueto, a voz que falava sobre o sofrimento dos negros pobres e perseguidos pela polícia.

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  9. Ele expôs esses desgraçados ILluminati. Foi a partir daí que os maçons-illuminatis começaram a expor cada vez mais seus símbolos numa tentativa de ridicularizar quem falava contra eles. Expondo os símbolos eles o tornavam comuns e logo "despercebidos" assim como passam despercebidos postes numa estrada que de tão comuns ninguém liga.

    Quanto aos manés analfabetos funcionais continuem a ouvir o "rock" ILluminati e a cultuar os vendidinhos da indústria.

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