23/03/2017

Blanche Monnier: O caso do sequestro de Poitiers


Saudações galera atormentada, hoje é dia de abordar a crueldade humana, então falaremos de um caso que chocou a França no ano de 1901, sendo chamado de "O sequestro de Poitiers". Falo do caso do cárcere privado imposto a senhorita Luz Blanche Monnier (normalmente chamada apenas de Blanche Monnier), onde a própria mãe e o irmão foram responsáveis por aprisionar a jovem por 24 anos (não se sabe ao certo se a jovem passou 24 ou 25 anos presa).

O caso de cárcere privado imposto pela própria família já é algo abominável, mas as condições em que a vítima se encontrava quando a polícia descobriu o cativeiro tornaram o caso ainda mais chocante e absurdo.

A jovem acabou presa pois os familiares não concordavam com o relacionamento dela com um homem mais velho e pobre.

Os amigos e amigas podem conferir essa matéria em dois formatos: Texto e vídeo. Abaixo vocês podem conferir um vídeo que foi publicado no canal Noite Sinistra do YouTube, e ainda mais abaixo vocês podem ter acesso a matéria escrita. Essa matéria já havia sido postada aqui no blog Noite Sinistra em 2014, mas resolvi fazer um vídeo dela e assim uma repostagem, para que os amigos e amigas que ainda não conheciam esse caso tenham acesso a ele. Aproveitem...



A denúncia que tornou o caso público


No dia 23 de maio de 1901, o procurador geral de Paris recebeu uma carta anônima denunciando que uma mulher estava sendo mantida em cativeiro em uma casa localizada na rua 21 no bairro de classe alta de Poitiers, na capital francesa. A carta dizia:

“Monsieur Procurador-Geral: Tenho a honra de informá-lo de uma ocorrência de excepcional gravidade. Falo de uma solteirona que está presa na casa de Madame Monnier, ela passa fome e vive em uma cama podre nos últimos 25 anos - em uma palavra, em sua própria sujeira”.


A carta surpreendeu ao procurador e aos policiais que iriam até o local averiguar as denúncias feitas pelo documento, afinal as acusações recaiam viúva Louise Monnier Demarconnay, que vivia com seu filho Marcel Monnier.

Os Monniers eram uma família de classe média alta. O marido de Louise, Charles-Émile Monnier, havia sido um importante membro da faculdade de artes local, tendo ele morrido em 1882 (algumas fontes afirmam que sua morte aconteceu em 1879). Marcel era licenciado em Direito Escolar, tendo sido vice prefeito de Puget Théniers. No passado a família até havia ganhado um prêmio do Comitê de boas Obras. Esse prêmio era dado a cidadãos que se destacavam na sociedade apresentando grandes virtudes. A família era composta também por Luz Blanche Monnier, uma jovem descrita como “alegre e brincalhona”, dotada de uma “belo cabelo e olhos grandes e brilhantes”, mas a jovem havia desaparecido do convívio social quando tinha apenas 25 anos de idade.

A polícia descobre o cativeiro

A polícia chegou à casa, arrombaram a porta e encontraram Blanche Monnier em um estado esquelético deitada em uma cama, rodeada de fezes e restos de comida. O pequeno cômodo ficava no andar superior da residência da família Monnier. Blanche, que estava escondida debaixo das cobertas, estava em estado nua e muito assustada, além de extremamente desnutrida – ela estava pesando apenas 24,9 kg quando foi descoberta (algumas fontes afirmam que ela pesava 55 kg, mas em muitos textos em inglês menciona-se o peso de 55 pounds, quando traduzido o termo “pounds” para português temos libras, e 1 libra equivale a 0,454 kg. A maior parte dos tradutores converte toda a frase para português, mas não converte os valores de libra para quilogramas). Blanche estava então com 49 anos.


Um policial que participou da ação descreveu a libertação de Blanche da seguinte maneira:

"Nós recebemos a ordem de arrombar a porta do quarto. Isso foi feito com grande dificuldade, o local possuía pesadas e antigas cortinas escuras, cobertas de poeira. Para abrir as persianas das janelas, foi necessário remover as dobradiças. Assim que a luz entrou no ambiente, percebemos deitada em uma cama, com a cabeça e o corpo cobertos por um cobertor imundo e repulsivo, uma mulher identificada como a senhorita Blanche Monnier. A infeliz mulher estava deitada completamente nua em um colchão de palha podre. Ao seu redor se formou uma espécie de crosta feita de excrementos, fragmentos de carne, legumes, peixe e pão podre. Vimos também conchas de ostras e insetos que atravessam a cama da senhorita Monnier. O ar estava totalmente pestilento, o odor exalado pelo quarto era tão patente, que era impossível para nós ficar mais tempo para prosseguir com nossa investigação."

A saúde de Blanche

A mulher apavorada foi envolvida rapidamente em um cobertor e levada às pressas para o Hospital Hôtel-Dieu, em Paris, onde os médicos acreditaram que ela dificilmente sobreviveria. A mãe de Blanche foi encontrada sentada calmamente na sala de estar vestida com um roupão decorado com pequenos quadrados pretos e brancos.

Hospital Hôtel-Dieu
A foto que ilustra no alto dessa postagem foi tirada logo que Blanche deu entrada no hospital.

No hospital as enfermeiras e médicos observaram que Blanche aparentava sentir grande prazer ao receber banho e a respirar ar puro. Ela teria exclamado: “Como é belo”. A equipe médica também notou que ela possuía uma grande aversão à luz, afinal de contas ela havia passado mais de duas décadas trancafiada em um cômodo escuro.

Quando interrogado pela polícia o irmão de Blanche afirmou que ela era louca e muito agressiva, sendo muito difícil lidar com ela, por isso que ela estaria em uma situação tão insalubre, mas no hospital os médicos definiram o comportamento de Blanche como “calmo”, eles em momento algum registraram qualquer ataque de raiva ou agressividade.

Os motivos do cárcere

Com o avanço das investigações por parte da polícia, o motivo que levou a reclusão de Blanche Monnier começou a vir à tona (embora alguns questionamentos permaneçam um mistério até os dias de hoje).

Quando Blanche tinha pouco mais de 20 anos de idade, ela se apaixonou por um advogado um tanto mais velho que ela, sendo que ele teria um filho inclusive. A mãe de Blanche foi contrária ao romance, pois segundo a visão de Louise, Blanche sendo de uma família proeminente da sociedade local, ela não poderia se relacionar com ou homem mais velho, pobre e que já tinha um filho. Blanche teria se recusado a manter distância do seu grande amor, e planejava se casar com ele mesmo que isso significasse contrariar sua mãe.


Sabendo dos planos de Blanche, Louise acabou trancando a própria filha em uma sala no andar superior da casa, até que ela desistisse de se casar. Louise imaginava que a jovem fosse ceder em poucas semanas e concordar com suas exigências.

O tempo passou lentamente para Blanche, que passou os próximos 24, ou 25, anos trancada na sala, que se tornaria seu quarto, e sua cela.


O irmão de Blanche, Marcel, diria mais tarde que Blanche estava louca, e nunca tentou escapar do quarto fechado. Mas de acordo com depoimentos no tribunal, várias testemunhas afirmaram que muitas vezes ouviram Blanche gritando e pedindo ajuda, algumas vezes mencionando palavras como "Polícia", "pena" e "liberdade". Em 16 de agosto de 1892, uma testemunha ouviu Blanche gritar as seguintes palavras:

"O que eu fiz para ser presa? Eu não mereço essa tortura horrível. Deus não deve existir, por que deixar suas criaturas sofrem desta forma? E por que ninguém vem em meu socorro!"

As testemunhas afirmaram saber do cárcere de Blanche, mas disseram não imaginar o estado em que a jovem estava sendo mantida presa.

Prisão e julgamento

A mãe de Blanche, Madame Monnier de 75 anos, foi presa no dia seguinte a descoberta do caso. Uma multidão agitada se reuniu nas proximidades da prisão com gritos de ódio e vingança. Madame Monnier foi imediatamente colocado na enfermaria (ela sofria de doença cardíaca), onde ela inesperadamente morreu 15 dias depois. Dizia-se que suas últimas palavras foram ditas aos médicos que entraram na sala momentos antes de ela morrer. Eles lembraram que ela exclamou: "Ah, minha pobre Blanche!"

Marcel foi julgado sozinho, acusado de ser cúmplice de sua mãe. O julgamento foi iniciado em 07 de outubro de 1901, quatro dias depois, Marcel foi considerado culpado e condenado a 15 meses de prisão. O veredito em 11 de outubro foi aplaudido na sala do tribunal. Na Praça do Palácio, a multidão mostrou a sua aprovação, gritando inúmeras ameaças hostis ao homem condenado.


Em 20 de Novembro de 1901, Marcel recorreu da decisão, alegando que nunca havia causado qualquer violência à irmã. Marcel afirmou várias vezes que a irmã era louca, e segundo ele, sua intenção era internar a irmã em um sanatório, porém a mãe achou degradante a condição, ainda mais para uma família de classe como eles eram, afinal naquela época instituições psiquiátricas eram verdadeiros depósitos de pessoas que “envergonhavam” os parentes ricos.

Durante o julgamento do recurso formam apresentados laudos que afirmavam que Blanche sofria de transtornos mentais como: anorexia histérica, coprofilia e exibicionismo. O recurso foi aceito, e assim, Marcel ganhou a liberdade.


A decisão gerou grande discussão, pois parte da aceitação do recurso solicitado por Marcel se deve ao laudo que afirmava que sua irmã sofria de distúrbios mentais, porém tal análise foi feita após Blanche ter passado 24 anos presa em um quarto. Esse período presa certamente debilitou sua mente. A analise deveria ter sido realizada levando em conta a situação dela quando ela foi trancafiada pela família, como isso não era possível, tal alegação deveria ter sido desconsiderada.

O fim do sofrimento

Logo depois de libertada do cárcere, e após receber os devidos cuidados médicos, Blanche recuperou peso, melhorando sua condição física, mas ela nunca mais recobrou sua sanidade. Luz Blanche Monnier acabou falecendo no hospital psiquiátrico de Blois no anos de 1913, 12 anos depois de ter sido resgatada do seu cativeiro.

Perguntas até hoje não respondidas

Quem enviou a carta?

Há duas teorias a respeito de quem enviou a carta anônima que notificou as autoridades a respeito do cativeiro de Blanche. Inicialmente pensou-se que o próprio irmão de Blanche havia enviado a carta. Sabendo que sua mãe estava perto da morte, ele teria enviado a carta para que sua irmã fosse resgatada, antes dele ter que se tornar o único responsável por ela.

A segunda hipótese fala que um ex soldado que ajudou uma das criadas da família, mas que não tinha qualquer tipo de lealdade com os Monniers, teria sido o autor da carta que alertou a justiça para a situação em que Blanche Monnier se encontrava.

Suspeitou-se que a primeira carta anônima tinha sido enviado por seu irmão. Sabendo que sua mãe estava perto da morte, é suposto que ele enviou a carta para que sua irmã seria resgatada antes de se tornar seu único zelador. Mais tarde, pensou-se que um ex-soldado que ajudou uma das criadas, mas não senti nenhuma lealdade para com a família, tinha enviado a carta para as autoridades. Quem enviou a carta continua a ser um mistério.

Variantes do nome da vítima

O nome da mulher cativa era Luz Blanche Monnier. Em documentos históricos, o nome dela era frequentemente alterado para proteger sua identidade. Alguns autores mencionam seu nome como sendo Melanie Blanche. Na maioria das fontes, o nome mencionado é apenas Blanche Monnier. Segundo um texto que encontrei na Wikipédia francesa, na época que o caso veio a público, muitas crônicas no país afirmavam que o nome da vitima era Melanie Bastian. Isso foi feito para proteger a identidade da mulher, pois os jornais acreditavam que se ela sobrevivesse e voltasse ao convívio social essa proteção seria necessária para não expor demais a sua intimidade.

O pai da garota sabia de tudo?

Blanche foi presa por volta do ano de 1877 pela sua mãe e pelo irmão, mas nessa época seu pai ainda estava vivo. Qual a participação de Charles-Émile Monnier, que faleceu em 1882, no caso? A polícia nunca questionou Marcel a esse respeito, então a participação do patriarca da família no caso nunca chegou a ser estudada.

Como já mencionei mais acima, existem duas versões para o ano da morte do pais da vítima. A versão encontrada em textos de sites franceses afirma que essa data seria 1882, porém textos encontrados em sites dos EUA afirmam que a data da morte de Charles Monnier teria acontecido em 1879. Eu optei por considerar a versão francesa mais verdadeira, afinal o caso aconteceu naquele país. Embora esse dado não tenha grande importância para a história, julguei necessária tal explicação.





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15 Comentários
Comentários
15 comentários:
  1. Elson Antonio Gomes8 de agosto de 2014 12:55

    É vergonhoso para a família um membro casar com uma pessoa mais velha e com menos posses, mas não é vergonha para a família cometer um crime de carcere privado.
    Vendo este e centena de outros casos parecidos e também outros tipos de crimes, só me faz pensar de que a ciência diz desde que surgiu: o homem é o único ser racional.
    Para mim o ser humano é dividido em duas raças: os que são racionais e os que são irracionais.
    Vou sugerir um filme feito em cima de fatos verídicos que conta a história da NATASCHA KAMPUSCH que foi mantida por mais de 03 mil dias em cativeiro. O filme se chama "3096 Dias de Cativeiro". Este é um link do "Youtube" do filme em espanhol: https://www.youtube.com/watch?v=8lkIanF9gKg
    E um documentário que mostra os bastidores de vários sequestros de verdade que ocorreram por 04 anos em SP. O documentário se chama "Sequestro" e o link do "Youtube" é: https://www.youtube.com/watch?v=JcA1ZHlZIBc
    Caso vcs vejam o filme e/ou o documentário, deixo a pergunta se quem faz uma coisa dessas é racional.

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    Respostas
    1. Racionalidade e irracionalidade do ser humano é uma questão de discussão ampla... Acho que o que deve-se levar em conta também é a cultura da época. Os costumes e tradições eram diferentes, o que, claro, não deixa de tirar a extrema repulsa diante desse caso, porque foi algo bem exagerado e hediondo! Entretanto, creio, pouquíssimo que isso aconteceria nos dias de hoje - ao menos não pelas questões que levaram a esse.

      Matéria completa, bem feita e foi uma das mais interessantes do Noite Sinistra. E espero mais alguns comentários para essa discussão \o/

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    2. Elson Antonio Gomes9 de agosto de 2014 05:18

      "Leon Leonidas", não desrespeitando seu cometário, afinal estamos aqui para se informar, mas de uma olhada nesta noticia que saiu em dezembro último: http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2013/12/mulher-e-mantida-em-carcere-privado-por-20-anos-em-ms-diz-policia.html
      Está certo que as questões não foram as mesmas, mas tenho certeza de que se vc procurar mais, achará crimes pelo mesmo motivo nos dias atuais.
      Além de achar que a maioria dos seres humanos são irracionais, eu também acredito que ele não evoluiu nada. o que evolui são os objetos, as coisas em nossa volta, mas nós como seres humanos não evoluímos nada.

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    3. Realmente minha visão foi um pouco leiga e eu achei muito interessante essa sua última frase sobre o que há ao nosso redor ter evoluído e nós não. Deve-se concordar em parte, porque nossa noção de sociedade e relacionamento com o próximo é muita distorcida e cheia de perspectivas desprovidas de bom senso...

      É, eu to curtindo essa discussão \o/

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    4. Elson Antonio Gomes10 de agosto de 2014 17:47

      “Leon”, vc tem total razão ao dizer da distorção e a falta de bom senso numa relação social. Mas no meu ponto de vista (que primeiro quero deixar bem claro que não sou dono da razão) isto faz cair na política onde para facilitar um governo totalitário, ele começa a separar os seres humanos em estereótipos. Sendo assim, haverá desacordo entre a sociedade e fica mais fácil do governo se impor, pois as pessoas estarão desunidas.
      Estamos vendo muito disso no Brasil no momento onde nos separaram entre: religiosos e ateus; machistas e feministas; heterossexuais e homossexuais; brancos e negros; etc.
      Não temos que ver assim, pois somos todos pessoas. Sou heterossexual e tenho vários amigos e amigas homo e bissexuais. O que é que eu tenho a ver com a vida intima deles?
      Religiosamente: Não sou Deus para julgar!
      Biologicamente: Há um fator que gerou esta diferença que cabe aos cientistas descobrirem.
      Cota racial: sou contra, e por causa disso dizem que sou racista. Ridículo! Racista é quem apoia cota racial, pois para mim cor de pele mais clara ou mais escura não interfere na inteligência de ninguém. Tenho exemplo de quando fazia primário, os mais inteligentes da minha classe eram alunos de pele escura. Barack Obama precisou de cota para presidir os EUA? Edson Arantes do Nascimento precisou de cota para ser o atleta do século? O Mussum precisou de cota para fazer sucesso duas décadas após sua morte? E tem milhares de pessoas como exemplos.
      A falta de evolução que eu digo é generalizando, vendo de um modo geral. Se vc pegar uma pessoa, ou melhor, pessoas de épocas diferentes desde o começo da humanidade e trazer até as pessoas atuais, vc verá que seu lado humano, seu caráter, seus princípios não mudam.
      Do que adianta estarmos no século XXI e estarmos procurando gente para povoar Marte e na Terra estarmos ainda nos matando por poder, drogas, dinheiro, religião, inveja. E eu citei a “inveja” pq se vc pegar a Bíblia, ou como Livro Sagrado, ou como um livro de história, ou até mesmo um livro de estória. Que vai depender de sua crença e que não importa qual seja, por isso que o coloquei três possíveis hipóteses, verá que o primeiro crime que ocorreu no mundo foi por “inveja”!
      É nisso que me apego para dizer que o ser humano não evolui.
      Abraços!

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  2. Que crueldade,tomara que a mãe e o irmão sejam torturados a eternidade no inferno

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  3. nana até o inferno n ira aceita-los '-

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  4. História incrível. A crueldade humana não tem limites.

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  5. Este comentário foi removido pelo autor.

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  6. Este comentário foi removido pelo autor.

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  7. Uma história absolutamente macabra. E levaram o que pro túmulo? O irmão tão canalha quanto a mãe, esta que morreu 15 dias após a descoberta do cativeiro. Também, tiraram da monstra a alegria de viver. Dois seres abomináveis!

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  8. Que história horrível, trágica demais. E o que houve com o homem que ela amava?

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  9. O animal humano é o único ser capaz de sentir prazer em humilhar e matar um outro de sua espécie, ou de outras.
    Os animais matam por necessidade vital.

    Mais tarde discuto as relações entre racionalidade - irracionalidade.

    Concordo com você Edson a respeito das contradições da ação humana. A desrazão estará sempre a nossa porta.

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    1. Quanto mais a gente conhece da raça humana, mais nos damos conta de que somos os animais mais violentos da natureza...

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  10. Do you need free Twitter Re-tweets?
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