24/02/2015

As misteriosas estruturas de Paraúna



Saudações amigos e amigas. Hoje voltaremos a falar de um lugar surpreendente localizado no interior do Brasil, e mostrará algumas estranhas formações encontradas na cidade de Paraúna, localizada no sudoeste do estado de Goiás, que conta com 8 mil habitantes, ficando cerca de 150 km distante da capital Goiânia.

Essas estranhas estruturas de pedra mencionadas acima são consideradas, pelos estudiosos tradicionais, como sendo formações naturais criadas pela erosão eólica. Porém, existem pessoas que não acreditam nessa explicação, e afirmam que tais formações podem representar antigas construções a base de pedra que acabaram deterioradas pelo tempo.


Na região foram encontradas controversas ruínas que geram especulações sobre uma possível civilização pré-colonial brasileira, talvez ligada aos Incas ou a uma civilização desconhecida, embora os vestígios arqueológicos pouco tenham sido estudados até agora. Algumas pessoas especulam a respeito de que as supostas ruínas possam ter haver com as várias teorias que afirmam que Sumérios e Fenícios estiveram no Brasil muito antes da chegada dos portugueses.


Quem tem o costume de acompanhar matérias a respeito de Arqueologia, História e Mistérios antigos sabe que muitas vezes grandes descobertas estão ocultas de maneira misteriosa. O blog Noite Sinistra já explorou esse tipo de descoberta em algumas postagens, como por exemplo: no texto que fala da Pirâmide perdida da Bósnia (clique AQUI para recordar) - que as pessoas acreditavam ser apenas uma montanha. Outro texto que mostra claramente como nem sempre as coisas são o que parecem ser, refere-se a Pirâmide Perdida de Caral (clique AQUI e AQUI para acessar) - outra misteriosa estrutura descoberta no Peru e que era tida como uma montanha. Aqui no blog Noite Sinistra já exploramos um antigo mistério brasileiro que remete a 10 mil anos atrás. Antigos habitantes do litoral brasileiro construíram estruturas funerárias piramidais com conchas chamados Sambaquis (clique AQUI para entender melhor). Essas estruturas foram quase totalmente destruídas, pois eram considerados apenas como grandes montes de conchas, e foram usados como fonte de matéria prima na construção de estradas durante o período do regime militar.

O parágrafo acima serve para dar certo embasamento a ideia de que, do ponto de vista arqueológico, as coisas muitas vezes não são o que parecem ser, logo é necessário que se mantenha a mente aberta a certas “estruturas estranhas”, pois elas podem não ser o que parecem.


Estudos em Paraúna

Segundo o pesquisador Gilberto Schoereder, o Centro Nacional de Pesquisas e Cultura (CNPC) esteve na cidade nos anos 60, mas sem maiores explicações, o CNPC foi pressionado pelo governo brasileiro a suspender as pesquisas durante o regime militar no começo dos anos 70. Claramente os militares não tinham qualquer intenção em financiar pesquisas visando a expansão dos conhecimentos no local, mas pelo menos eles não destruíram grande parte das estruturas como no caso dos Sambaquis.


As teorias

A impressão é de que as ruínas podem ser restos de uma cidade antiga que existiu há milhares de anos no Brasil, contrariando a linha oficial da arqueologia que diz que no Brasil não houveram civilizações avançadas antes dos portugueses.

Leia Mais: As Ruínas de Igatu - A Machu Picchu Brasileira.


Embora existam muitos achados arqueológicos curiosos feitos em diversas partes do Brasil, como por exemplo, o suposto altar Inca descoberto em Rondônia (clique AQUI para ler), as Ruínas de Natividade da Serra (clique AQUI para ler) ou mesmo o misterioso caminho de Peabirú (clique AQUI para recordar), nada parece ser suficiente para convencer a arqueologia brasileira tradicional, a pelo menos, dar alguma atenção a hipótese de que no passado nosso país tenha sido palco de atividades de civilizações desconhecidas, como por exemplo os Incas, ou seus antepassados, que dominaram a região dos Andes e a Amazônia peruana.


Uma das estruturas mais emblemáticas de Paraúna, são as muralhas de pedra encontradas nos arredores da cidade. As muralhas da cidade alcançam cerca de 2 quilômetros de extensão, e nelas foram encontrados resquícios de óleo de baleia na argamassa utilizada, uma técnica de construção desconhecida pelos indígenas brasileiros, sem contar que o local onde elas se encontram está consideravelmente afastado do mar, onde tal produto poderia ser encontrado. Hoje ela está coberta em grande parte pela vegetação, dificultando a sua identificação imediata.


A tendência dos pesquisadores oficiais é atribuir as ruínas a erosões naturais do solo, mas basta uma olhada nos blocos de basalto da muralha e na ponte de pedra para perceber nitidamente que são construções feitas pela mão do homem.



Na região também é possível se maravilhar com os mistérios da Serra da Portaria, um contraforte montanhoso com 120 metros de altura. Segundo o pesquisador Alódio Tovar, que residiu na região e foi capaz de explorá-la, lá existe um túnel aberto, bem no alto, que desce até uma grande galeria escavada no interior da grande serra. O que chama a atenção também é a superfície do seu topo, bastante retilínea para um monumento natural.





Estruturas naturais criadas pela erosão podem ser encontradas em vários lugares ao redor do mundo, mas o que instiga a curiosidade e formulação de teorias em alguns desses lugares é a grande quantidade de ocorrência dessas formações em lugares específicos. Em Paraúna existem muitas estruturas, e a presença da muralha de pedra, onde os blocos foram cuidadosamente talhados e encaixados, o que lembra muito as antigas construções Incas, fato esse que contribui com o imaginário alternativo. O estranho, volto a insistir, é a relutância dos estudiosos tradicionais em estudar melhor esses locais.



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