31/03/2015

Lendas e mistérios da Ilha Trindade


Ilha Trindade é uma pequena ilha, cuja área equivale a 900 campos de futebol, no litoral do Espirito Santo - fica a 1167 Km de Vitória e a 2400 Km da costa do continente africano. Trindade é habitada por apenas 32 homens do Comando da Marinha do Brasil. O isolado local é palco de várias lendas, algumas relacionadas com um suposto tesouro enterrado por piratas e até de uma suposta aparição de disco voador.

O tesouro escondido

Em palestra em 1918, no Rio de Janeiro, o professor Bruno Lobo contou que espanhóis teriam retirado ouro e prata da Catedral de Lima, na fuga após a independência do Peru, em 1821. Piratas ingleses teriam tomado o tesouro dos espanhóis e o escondido em Trindade, no túnel do vulcão.


Outra história envolve o corsário inglês Zulmiro. Antes de morrer no Paraná, revelou ter enterrado seu tesouro na ilha. Bruno Lobo afirma que pelo menos 12 expedições até o início do século passado procuraram a fortuna.

As histórias a respeito de tesouros na ilha são realmente antigas, assim como o interesse europeu pelo local. Em 15 de abril de 1700, ali aportou o astrônomo inglês Edmund Halley, que efetuava importante viagem científica e que fez da ilha, uma possessão de Sua Majestade britânica. E as incursões inglesas, vieram alertar a coroa portuguesa, de modo que na segunda década do século XVIII, se teve o objetivo de fortificar e colonizar a ilha. São conhecidas gestões para que Aires Saldanha fizesse tentativas nesse sentido, mas não se conquistou qualquer resultado prático.

Fato interessante ocorreu em 1756, quando do Rio de Janeiro Saldanha foi enviado em direção de Trindade, um grupo de soldados a bordo do navio Nossa Senhora de Bonsucesso, sob o comando de Manoel Lessa. Mas no dia 16 de dezembro tiveram que regressar, uma vez que não acharam a ilha.

No ano de 1781, Trindade foi invadida pelos ingleses, durante a guerra entre a Inglaterra e a Espanha, que ali estabeleceram um reduto, mas que foi logo abandonado. No dia 9 de outubro daquele ano, o sargento-mór João de Abreu, inventariou as armas que os ingleses haviam abandonado em Trindade. Suponha-se que o governo inglês ordenara ocupar Trindade com o objetivo de ali estabelecer um entreposto destinado ao contrabando que se fazia à sombra do seu comércio com as províncias espanholas do Rio da Prata, depois que a coroa portuguesa cedeu para a Espanha, a colônia de Sacramento.

Em 1782, os portugueses começam a ocupar militarmente a ilha, mas ao cabo de doze anos, a coroa resolveu desguarnecê-la.

A lenda do tesouro, como a própria ilha de Trindade que no passado foi alvo de constante disputa entre ingleses e portugueses, excita a imaginação e desperta a cobiça daqueles que se predispõem a caçar tesouros fictícios ou não. Em 1881, o nosso já conhecido E. F. Knight que estivera por nove dias na ilha de Trindade, quando em viagem a bordo do Falcon, sabendo mais tarde sobre o boato da existência do tal tesouro, organizou uma expedição bem equipada que despertou tanto entusiasmo, que dos seus treze companheiros, nove, além de serem voluntários, tiveram que tirar dinheiro do bolso para tomar parte na exploração, ficando com direito à partilha do tesouro, é claro se ele fosse achado.

Logo após o desembarque, Knight ordenou aos seus homens que levantassem um acampamento. Durante as escavações, encontrou um fragmento de porcelana onde era visível um “dragão chinês”, o que veio ainda mais fortalecer a convicção daquele caçador de tesouros de que as tais riquezas escondidas pelos piratas se encontravam realmente em Trindade. Consta no relatório de Knight, que o mesmo não acreditou que esse pedaço de porcelana tivesse sido deixado por tripulantes de expedições anteriores, da Áurea ou do Jhon. Na opinião de Knight aquele achado tinha íntima relação com as riquezas escondidas pelos piratas.

Ainda em seu relatório, Knight conta que a ilha se encontrava completamente tomada de caranguejos que durante a noite atacavam os homens no acampamento. Resolveu-se então que cada um matasse de 70 a 100 daqueles vorazes crustáceos, antes de dormir, para saciar a fome dos outros. E essa era a única possibilidade de não serem atacados e assim podiam afinal descansar, uma vez que os caranguejos, devoravam seus “irmãos” durante horas seguidas.


E por semanas revolveram o solo da ilha, sem que achassem o tesouro. De modo que chegou o dia em que Knight, nas proximidades do local mencionado na planta onde se presumia que o tesouro estivesse enterrado, encontrou uma caverna. Porém, cedo, se desvaneceram as esperanças daquele persistente caçador de tesouros, pois a caverna encontrava-se vazia. Knight então foi obrigado a rumar para o porto de Salvador, a fim de reabastecer o Alerte, mas ainda tinha a firme convicção de achar o tesouro da ilha de Trindade. Quando chegou na Bahia, encontrou o Brasil já sob o regime republicano e surpreendeu-se porque, quando de lá saiu para Trindade, ainda vigorava, o governo de Dom Pedro II. Knight tendo suprido seu navio, retornou à ilha oceânica, onde ali permaneceu por mais algumas semanas, pesquisando inutilmente. E finalmente chegou o dia em que ele foi obrigado a regressar à Grã-Bretanha de mãos vazias, porém ainda levando consigo, a convicção de que o tal tesouro se encontrava escondido na ilha; mas o grande e difícil problema, era localizá-lo.

Aparição de disco voador

Mais um mistério é a suposta aparição de objeto voador não identificado em 1958. No navio Almirante Saldanha, estavam 40 pessoas no convés quando um objeto surgiu sobre as montanhas. O fotógrafo Almiro Baraúna registrou o fato em sete fotos que correram o mundo. "Meu tio deu muitas palestras. Há quem diga que as imagens são falsas, mas há muitas teorias para comprová-la", diz Mara Baraúna. Almiro morreu em 2001 crente que fez um flagrante.


"Em 16 de janeiro de 1958, o navio-escola de guerra da marinha “Almirante Saldanha” estava atracado em uma enseada na Ilha Trindade, a umas 800 milhas da costa do Espírito Santo. Eram por volta das 11h, céu claro, a tripulação se preparava para retornar ao Rio de Janeiro quando de repente um grupo de pessoas na popa do navio, dentre elas o capitão-aviador aposentado da Força Aérea Brasileira José Viegas, alertou a todos. Instantaneamente, todos que estavam no convés, umas cinquenta pessoas, começaram a ver um estranho objeto prateado e com forma de pires que se moveu do mar na direção da ilha. O objeto não emitiu nenhum ruído, era luminoso e às vezes se movia rapidamente, depois devagar, para cima e suavemente para baixo e quando acelerava deixava um rastro branco fosforescente que desaparecia rapidamente. Em sua trajetória, o objeto desapareceu detrás da montanha Pico Desejado e todos esperavam que fosse aparecer do outro lado da montanha, ele reapareceu na mesma direção, parou por alguns segundos e então desapareceu novamente a uma grande velocidade pelo horizonte. Em um primeiro momento quando o objeto retornou, fui capaz de tirar seis fotos, das quais duas se perderam devido ao pandemônio no convés, e as outras quatro fotos mostram o objeto no horizonte, em uma sequência razoável, aproximando-se da ilha do lado da montanha, e finalmente desaparecendo, indo embora. Eu tirei o filme de minha câmera 20 minutos depois seguindo o pedido do comandante, que queria saber se as fotos eram de boa qualidade. Quase toda a tripulação do navio viu o filme e eram unânimes em seus reportes ao Serviço Secreto da Marinha Brasileira. Estes eram os tripulantes do navio:


Chefe Amilar Vieira Filho, banqueiro, mergulhador e atleta; Vice-chefe: Capitão-Aviador aposentado da Força Aérea Brasileira José Viegas; Mergulhadores: Aluizio e Mauro; Fotógrafo: Almiro Baraúna.


O grupo acima também era membro do grupo de caça submarina do Icaraí. Entre os cinco membros, apenas Mauro e Aluizio não viram o objeto porque estavam na cozinha do navio e quando correram para vê-lo, este já havia desaparecido. De acordo aos rumores que escutei no convés, o equipamento elétrico do navio parou durante a aparição do objeto; o que posso confirmar é que depois do navio deixar a ilha, o equipamento elétrico parou três vezes e os oficiais não tinham nenhuma firme explicação para o que estava acontecendo. Toda vez que o navio parava, as luzes esvaneciam lentamente até o ponto em que se apagavam completamente. Quando isso acontecia, os oficiais caminhavam ao convés com seus binóculos, no entanto, o céu já estava cheio de nuvens e não podiam ver nada. Preciso dizer que se o repórter do jornal "Correio da Manhã" não fosse esperto o suficiente para tirar cópias das fotos oferecidas ao então presidente Juscelino Kubitschek, talvez ninguém soubesse sobre esses fatos já que a Marinha havia me “marcado”, perguntando quanto eu queria para não dar nenhuma publicidade às fotos. Eu gostaria de deixar claro que todos os oficiais com quem tive contato durante todo o tempo do inquérito foram muito amáveis comigo, me senti completamente confortável e não impuseram nenhuma objeção à revelação do caso. Apenas mencionaram que a natureza sensacionalista do caso poderia causar pânico na população e essa era a razão pela qual as Forças Armadas Brasileiras queriam evitar publicidade a casos dessa natureza.

30/01/1967

Almiro Baraúna"

Contestações a respeito do avistamento

Como toda história envolvendo OVNIs essa é cheia de controvérsias. Muitas pessoas que não acreditam na história afirmam que Almiro Baraúna, Amilar Vieira Filho e José Teobaldo Viegas simularam o avistamento do disco voador, pois caíram em diversas contradições. A começar por Viegas, que disse que Baraúna se trancou no laboratório improvisado do navio para revelar o filme em companhia do comandante Carlos Bacellar. O que foi desmentido em carta pelo próprio comandante: “O capitão (da reserva) da FAB José Viegas ficou segurando uma lanterna durante a revelação do filme enquanto eu aguardava do lado de fora.”

Já Baraúna, por sua vez, não raro se confundiu, exagerou fatos ou mentiu deliberadamente. Referindo-se aos momentos que antecederam o suposto avistamento do óvni, declarou à revista O Cruzeiro: “O navio estava se apresentando para levantar âncora, de volta ao Rio. Eu estava no convés observando a faina da suspensão da lancha na qual são feitos os desembarques para a Ilha até a metade do caminho (o restante é feito em balsas, pois a Ilha não tem ancoradouro). O mar estava agitadíssimo. O tempo estava nublado claro, sem sombras. Eu estava com a minha Rolleiflex 2,8, modelo E, num estojo de alumínio que a protegia contra a água e o salitre. Havia deixado, momentos antes, a minha Leica com teleobjetiva no meu camarote. O convés estava cheio de marinheiros e oficiais. De repente, fui chamado em altos brados pelo capitão Viegas e por Amilar Vieira, os quais apontavam determinado lugar no céu e gritavam que estavam vendo um objeto brilhante se aproximar da ilha.

Numa entrevista concedida em 1997 para a revista Ufo, o ovniólogo Marco Antônio Petit registrou outra versão da boca de Baraúna: “O fotógrafo não passou muito bem: chegou enjoado à embarcação e foi deitar-se ao convés. Pouco depois do meio-dia, em meio a uma gritaria, um tenente da tripulação alertou o fotógrafo para a presença de um objeto voador metálico e discoidal, que evoluía no seu rumo ao navio.” Portanto, diferentemente do que dissera antes, não só Baraúna estaria enjoado, como teria sido alertado da presença do ufo por um tenente, e não por um capitão.

Há mais, porém: não há dúvida de que Baraúna exagerou o número de testemunhas da suposta aparição. Ele dizia que, no momento do surgimento do disco, “o convés estava cheio de marinheiros e oficiais” e que quase cem pessoas teriam confirmado num inquérito a visão do objeto. Também isso foi desmentido: o capitão-de-fragata Paulo de Castro Moreira da Silva, que estava a bordo do Almirante Saldanha em 16 de janeiro de 1958, afirmou ao jornal O Globo que dos oficiais, o único a confirmar a aparição foi o tenente Homero Ribeiro, e que no total apenas “umas oito” pessoas teriam visto alguma coisa – praças, decerto marinheiros e sargentos, que provavelmente foram induzidos a achar que viram algo.

Além do mais, a aparição de um óvni jamais justificaria a abertura de um inquérito policial militar. Isso porque, no meio militar, inquérito “é a apuração de fato, e de sua autoria, que, nos termos legais, configure crime militar. Tem caráter de instrução provisória, cuja finalidade é a de ministrar elementos necessários à propositura da ação penal.” Como o surgimento de um óvni não constitui crime, o máximo que poderia acontecer seria a abertura de uma sindicância, definida como “procedimento sumário, formal e escrito, de caráter meramente investigatório, utilizado para a apuração de fatos ou ocorrências anômalas que não constituam crime, as quais, caso confirmadas, poderão ensejar a abertura do competente processo.” Sobre essa questão, o brigadeiro Armando Araribóia, Chefe do Estado Maior da Aeronáutica, afirmou categórico, em fins de fevereiro de 1958: “Nenhum inquérito está sendo realizado na Aeronáutica sobre o aparecimento do disco voador da Ilha da Trindade.”

Para dar credibilidade à história, e vender as suas fotografias a um bom preço – como acabou conseguindo –, Baraúna disse à imprensa, reiteradas vezes, que as suas fotografias do óvni já haviam sido autenticadas em duas análises, uma pela empresa Cruzeiro do Sul e outra pela Marinha:

Compareci ao Ministério e fui apresentado a vários oficiais superiores da Armada, que me fizeram toda a sorte de perguntas. Ao todo fui lá duas vezes. Da primeira deixei os negativos, para exame. Eles foram enviados, pelo que sei, ao Serviço Aerofotogramétrico da Cruzeiro do Sul, onde ficaram quatro dias. Foi-me dito, pelos oficiais, que os negativos estavam acima de qualquer dúvida. Na segunda vez, foram feitos testes de tempo: enquanto eu manejava a Rolleiflex, três oficiais cronometravam a duração da manobra. Chegaram à conclusão, por esse teste e pelo estudo da posição do navio e de cartas da Ilha, que o objeto se deslocara, nos momentos em que acelerou, numa velocidade entre 900 e 1.000 quilômetros horários. O seu tamanho também foi calculado, pelo estudo dos pontos da Ilha aparecidos nas fotos, diagramas feitos sobre cartas, etc.; deveria ter ele 40m de diâmetro por 8 de espessura.

Baraúna foi prontamente desmentido pelo diretor-superintendente da Cruzeiro do Sul, Sr. Hélio Meireles, que fez questão de registrar no jornal O Globo: “Por favor, desminta isso pelo O Globo, pois não conheço pessoalmente o fotógrafo Almiro Baraúna nem o Serviço Aerofotogramétrico Cruzeiro do Sul fez qualquer trabalho para ele. Estamos totalmente alheios a esse assunto de disco voador.” O fotógrafo também afirmou que a Marinha tinha calculado que o óvni tinha 40m de diâmetro por 8 de espessura, e que viajava a no mínimo 900 km/h. Entretanto, em nenhuma parte dos documentos oficiais da Marinha Brasileira se mencionam tais dados.

Posteriormente as fotografias de Baraúna foram examinadas pela Força Aérea dos Estados Unidos, mais especificamente pelos cientistas do Projeto Blue Book (clique AQUI para conhecer), e consideradas fraudes. A análise das imagens evidenciou que o objeto visualizado possuía pouco contraste e nenhuma sombra ao sol do meio-dia, e também que parecia estar invertido numa fotografia em comparação às outras.

Fenômenos estranhos na Ilha

Formada por erupções vulcânicas há 3,5 milhões de anos, a ilha avança 5,5 mil metros rumo ao fundo do mar. Por isso, discute-se a existência de túneis submersos, cortando a ilha de um lado a outro. A queda de um helicóptero na Praia do Puxa, em 1979, com a morte do piloto, reforçou a crença. Ninguém achou a aeronave nem o corpo do militar. "Não sei a razão. Mas o que se joga ali aparece do outro lado da ilha", conta o cabo Otávio Martins, 39 anos, que já passou temporada de quatro meses por lá.




Fenômeno natural na região é a mudança brusca do tempo. "As nuvens aparecem do nada e cai o temporal, o Pirajá", conta o capitão-de-corveta José Antonio Tavares Fantini, 37, atual comandante em Trindade. Assim como surgem do nada essas tempestades também se vão em minutos.



O escritor Moacir Lopes ouviu muitos causos em 1950, quando era marujo. Inspirado pelos relatos, lançou "As fêmeas da Ilha de Trindade", onde narra a história das cabras que eram tratadas como mulheres: "Naquela solidão, um militar chegou a pôr brincos numa cabra, mas o cozinheiro a matou para o almoço. O "viúvo", revoltado, o esfaqueou". Na ilha não é permitida a presença feminina.


Outra narração é a astúcia do burro Libólio, levado para ajudar no transporte dos suprimentos. "Quando o animal via o navio chegar, sabendo que trabalharia mais, corria para as montanhas", conta. Precavidos, os militares prenderam o bicho um dia antes da vinda do barco. "O animal, esperto, passou a fugir ao pressentir que estava na época do abastecimento", conta Moacir.

Fontes: Folha OnLine, Wikipédia, NavegadorMT e Do Fundo do Mar

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4 Comentários
Comentários
4 comentários:
  1. O Libólio foi o mais esperto a viver na ilha.

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  2. Numa boa, tenho quase certeza de que o Libólio descobriu os tesouros enterrados na ilha.

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  3. LIVRO “ILHABELA E O TESOURO DA TRINDADE”
    O Mistério que desafiou Gerações!

    Descrição

    O Tesouro da Trindade esteve protegido durante muito tempo por circunstâncias temporais que dificultavam a sua localização. Tão perto e, ao mesmo tempo, tão longe dos homens, transformou-se em lenda e permaneceu oculto na escuridão, esperando por uma luz que visse viria no momento certo.

    Em pleno século XXI, uma saga histórica de quase duzentos anos continua a desenrolar-se em Ilhabela, na costa do Brasil. Seus precursores, ainda pouco conhecidos, traçaram os contornos de um grande mistério que intrigou estudiosos e pesquisadores de várias gerações.

    Sem imaginar os grandes desafios que teria de enfrentar, em 2010 um novo personagem se envolve nessa jornada épica para decifrar o enigma do Tesouro da Trindade, revelando cada um dos seus passos e os surpreendentes resultados de seus estudos.

    Baseado em acontecimentos reais, o livro ILHABELA E O TESOURO DA TRINDADE é um resgate dos fatos históricos que deram origem ao misterioso enigma e desencadearam uma extraordinária aventura em busca do tesouro...

    Autores:
    JEANNIS MICHAIL PLATON
    SAINT’ CLAIR ZONTA JÚNIOR

    398 páginas
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