04/10/2015

Cálice de 1600 anos supostamente mostra conhecimentos em Nanotecnologia


Um cálice com aproximadamente 1600 anos mostra que os Romanos, supostamente, detinham conhecimento em Nanotecnologia, O tal cálice, conhecido como "Licurgo Copa", se encontra atualmente no Museu Britânico é a chave para uma nova tecnologia supersensível que pode ajudar a diagnosticar a doença humana ou identificar riscos biológicos em postos de controle de segurança.

O que é Nanotecnologia?


Nanotecnologia, ou nanotecnia, é o estudo de manipulação da matéria numa escala atômica e molecular. Geralmente lida com estruturas com medidas entre 1 a 100 nanômetros em ao menos uma dimensão, e incluí o desenvolvimento de materiais ou componentes e está associada a diversas áreas (como a medicina, eletrônica,ciência da computação, física, química, biologia e engenharia dos materiais) de pesquisa e produção na escala nano (escala atômica). O princípio básico da nanotecnologia é a construção de estruturas e novos materiais a partir dos átomos. É uma área promissora, mas que dá apenas seus primeiros passos, mostrando, contudo, resultados surpreendentes (na produção de semicondutores, Nanocompósitos, Biomateriais, Chips, entre outros). Criada no Japão, a nanotecnologia busca inovar invenções, aprimorando-as e proporcionando uma melhor vida ao homem.

Mas será que uma técnica tão inovadora e moderna já  poderia ter sido utilizada no passado?

Os mistérios do cálice Licurgo Copa

O cálice de vidro, conhecido como o Licurgo Copa, porque tem uma cena envolvendo O Rei Licurgo da Trácia, aparece verde jade quando iluminado pela frente, mas vermelho-sangue quando iluminado por trás. A cena mostra o mítico rei Licurgo, que (dependendo da versão) tentou matar Ambrosia, um seguidor de deus Dionísio (Baco para os romanos). Ambrosia foi transformado em uma videira, que aparece ao redor do rei enfurecido, eventualmente matando-o.

O espantoso porém é a foram como os artesãos romanos conseguiram o tal efeito de cor no objeto. Essa propriedade do cálice deixou os cientistas perplexos por décadas após o museu adquirir a taça em 1950.


O mistério não foi resolvido até 1990, quando pesquisadores da Inglaterra examinaram fragmentos sob um microscópio e descobriram que os artesãos romanos podem ter sido os pioneiros em nanotecnologia: Eles impregnaram o vidro com partículas de prata, ouro e terra. As partículas eram  tão pequenas quanto 50 nanômetros de diâmetro, menos de um milésimo do tamanho de um grão de sal de mesa. A mistura exata dos metais preciosos sugere que os romanos sabiam o que estavam fazendo, gerando assim “um feito incrível” no cálice, diz um dos pesquisadores, arqueólogo Ian Freestone, da Universidade College London.


Quando atingido com a luz, os elétrons pertencentes às manchas de metal que compõe o cálice, essas vibram de formas que alteram a cor, dependendo da posição do observador. Logan Liu Gang, um engenheiro da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, que há muito tempo está focado em utilizar a nanotecnologia para diagnosticar a doença, e seus colegas perceberam que esse efeito oferecido potencial inexplorado.


Fontes: Caixa de Pandora e Wikipédia

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