12/02/2014

Os geoglifos da Amazônia


Os geoglifos são grandes figuras feitas no chão. Tipicamente são formadas por fragmentos da paisagem, como rochas e pequenas pedras. Existem basicamente dois tipos de geoglifo: O primeiro é o positivo, formado pelo arranjo e alinhamento de materiais ao longo do solo. O segundo é do tipo negativo, formado pela remoção de sedimentos superficiais de modo a expor o solo, criando um relevo negativo (valas). Os geoglifos podem ser mais bem visualizados do alto e muitos não podem ser contemplados completamente do solo. Os geoglifos mais famosos conhecidos compõem as famosas linhas de Nazca, no Peru.

Geoglifos amazônicos

No Brasil esse tipo de formação pode ser encontrada em grande quantidade na região norte, principalmente no estado do Acre, sendo que na grande maioria dos casos os geoglifos encontrados representavam figuras geométricas. Os geoglifos acreanos foram descobertos no final da década de 1970, quando o avanço das frentes de expansão agrícola do sul do Brasil rumo à Amazônia retirou a cobertura florestal de milhares de quilômetros quadrados. Essa mudança na paisagem possibilitou observar a existência de desenhos geométricos escavados em baixo relevo.


Acredita-se que apenas 10% do total presumível de geoglifos foram localizados até agora, em parte devido à densidade da vegetação. Eles ainda são um grande mistério para os pesquisadores, mas crescem as possibilidades de terem sido construídos por uma civilização que viveu entre 800 e 2000 anos atrás.


No estado de Rondônia, mais precisamento na cidade de Rolim de Moura, localizada a cerca de 402 quilômetros de Porto Velho, um sitio arqueológico composto de geoglifos foi descoberto e registrado no cartório. As figuras constituídas de elevações artificiais de terra, escadas de pedra, artefatos de pedra (inclusive esmeraldas) e de cerâmica indígena, foram descobertas pelo pesquisador, farmacêutico, bioquímico e perito criminal voluntário, Joaquim Cunha da Silva, que prontamente alertou o Ministério Público e o Governo Federal, sobre a necessidade de uma discussão com base científica e antropológica, além da necessidade de preservação desses sítios arqueológicos. As pesquisas realizadas pelo caro Joaquim Cunha da Silva já foram mencionadas em uma outra postagem aqui do blog, que falava de um suposto altar Inca descoberto em Rondônia, como vocês podem conferir clicando aqui.

(Foto de Joaquim Cunha da Silva)
Joaquim defende que o Brasil foi alvo de muitas atividades promovidas pela civilização Inca. Em muitos texto que podem ser lidos em seu blog, ele fala de referências Incas em descobertas realizadas em território brasileiro. O explorador Joaquim Cunha da Silva, que é um entusiasta no que diz respeito a Cidade Perdida de Paititi (clique aqui para saber mais a respeito), tem contribuído largamente tanto na exploração como na preservação de uma parte ainda pouco estudada da história sul Americana e brasileira, assim como tantos outros pesquisadores independentes.

Chapada dos Parecis - RO, esses geoglifos são chamados de Baleia e Gato (Foto de Joaquim Cunha da Silva)

Cientistas descobrem 16 novos geoglifos na divisa do Acre com a Amazônia

A descoberta foi feita por cientistas liderados pela antropóloga Denise Schaan, da Universidade Federal do Pará, durante um sobrevoo às margens da BR-317, no sul da região amazônica. Com isso, somam-se 308 geoglifos próximos do limite entre o Acre e o Amazonas.


Segundo Denise, a descoberta foi feita em um voo realizado no dia 16 de junho. Os cientistas esperam mostrar parte dos resultados em um simpósio que começa nesta quarta-feira e vai até o dia 30 na capital do Acre, Rio Branco.


De acordo com Denise, várias figuras já haviam sido descobertas por terra, mas faltava a observação pelo ar. "Durante a procura pelas figuras já registradas em terra, encontramos novos geoglifos", afirmou. "Não sabemos o que são ou quem os construiu, mas vamos levar os dados para o laboratório e começar os trabalhos", diz.


Denise acredita que os geoglifos marcavam locais de encontros e rituais. "O que nos impressiona é a extensão dessa prática cultural, pois são 260 quilômetros de distância entre o geoglifo mais ao sul, no Acre, e o geoglifo mais ao norte, no Amazonas."








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5 Comentários
Comentários
5 comentários:
  1. Atrás da minha casa, no meio dos milhos tem algo parecido HAHAHAH

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  2. São trincheiras, foram feitas na época da guerra com o Paraguai.

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    Respostas
    1. Os geoglifos positivos também são trincheiras? Vc pelo menos tem a menor ideia do que esta sendo tratado aqui, ou pelo menos sabe em que partes do território brasileiro foi lutada a guerra do Paraguai? Povo que não tem um mínimo de inteligência não deveria se querer emitir comentários

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  3. NO MÍNIMO QUESTÕES E FENÔMENOS EXTREMAMENTE INSTIGANTES PARA UMA PESQUISA MUITO SÉRIA. NÃO SABEMOS NADA, QUALQUER VESTÍGIO DEVE SER TRATADO COM SERIEDADE...

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